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Ultimamente ficou complicada a situação aqui em casa: a turma disputa telefone, computador, câmera e tablet, ao ponto de não poder ver um na frente pra começar o chororô. Quem dança sou eu, que acabo perdendo vários flashs da criançada porque se alguém me ver mexendo num desses equipamentos, já era…

A Elisa gamou nos joguinhos do iPad – também não tem quem não se enfeitice por aquela App Store, vamos combinar… Mas se o irmão vê a maquininha lá de longe, vem quente pedindo, nem que seja só pra ficar passando as fotos com o dedinho gorducho e rápido.

Eu sinceramente fico dividida. Não gosto do excesso de tecnologia que inunda a criançada hoje em dia. Sou “urbaninha”, como diz meu marido, mas pra coisas de infância ainda sou meio à moda antiga, acho que tem que brincar no sol, correr e brincar de “faz de conta”, que ensina muito mais do que o teclado e o joguinho que não exige criatividade.

Mas também não dá pra privar totalmente, até porque a galera andou inventando umas brincadeiras bem inteligentes, e pior, viciantes! O que eu tento fazer é usar positivamente, e com moderação. No teclado, por exemplo, a gente brinca de aprender as letras, e a danada ainda vai fazer 5 anos mas já sabe escrever umas palavrinhas… E assim por diante, mas eu sei muito bem que dentro de pouco tempo não sou eu que vou escolher o tipo de brincadeira…

A Elisa gosta de desafio. Não tem medo de nada, e tem certeza do que quer. Eu acho isso o máximo, mas como qualquer coisa, quando é demais, estraga. Tenho tentado trabalhar isso com ela. Hoje foi na aula de natação, e não quis entrar na piscina. Empacou e não desempacava. Haja paciência! Agora, quando põe na cabeça que vai fazer alguma coisa, é inacreditavelmente insistente. Exemplo: esse arvorismo, que eu fiquei morrendo de medo:

Arvorismo

É, mamãe, esse é só o começo…! 🙂

 

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A garota está numa fase impossível.

Até já comentei aqui no blog, que eu sempre adorei ir às reuniões na escola, até porque a professora sempre fazia muitos elogios à Elisa, pelo seu comportamento, interesse, facilidade em aprender. Na última, fui chamada prá conversar em particular… Já senti que as coisas tinham mudado. A Elisa está desobediente, resistente, egoísta, chorona. Para mim isso não era novidade, mas até então, era para a professora. Comentei que em casa ela também está assim, temos tentado trabalhar para melhorar esse comportamento, mas eu inclusive aceito sugestões, porque não sei como fazer e parece que ninguém tem a receita – a não ser aquelas teorias dos livros, que parecem uma maravilha, até que você começa a tentar colocá-las em prática.

Parênteses: a Elisa faz aniversário dia 08/08, então, como terá que, oportunamente, ingressar no primeiro ano com 6 anos completos, teve que repetir o Maternal I, e ela é nitidamente a mais “avançada” da classe. É que a escola não tem Berçário, mas acaba pegando alunos de 1 ano e meio, um pouco mais…. E aí muitos ainda usam fralda, vários são bem mais novos que ela, e nas aulas vem aprendendo coisas que ela já sabe. Isso, na minha opinião, provoca um imenso desinteresse da criança. Por isso conversei com a diretora da escola nesse sentido, e concordo que não tem como a professora aprofundar mais o conteúdo, se a maioria não vai acompanhar, e segundo ela tudo vai mudar em 2012, quando ela irá para o Maternal II só com os outros da idade dela. Já estamos quase lá, então vou aguardar…

E hoje tivemos um exemplo típico dessa fase chatinha que a Elisa está passando: fomos à natação e, na volta, ao meio-dia, tínhamos um aniversário da amiguinha Beatriz (4 anos) numa chácara. O papai chegou junto com a gente, com as compras do supermercado, e enquanto eu fazia o prato para garantir o almoço dela, já que na festa tenho certeza que ela não ia comer nada, ela atacou as sacolinhas, pegou rapidamente um suco de caixinha, furou com o canudo e começou a tomar. Claro que ia perder o apetite, então o pai tirou dela e disse que só tomaria depois do almoço.

Ah, porque… O choro começou. E só aumentava. E chorava, chorava, chorava. Quando ela faz isso, começa a pedir “quero o papai” sem parar, e ele fica totalmente sem paciência, então sai de perto. Eu fico tentando contornar a situação, obviamente não consigo, e ela chora, chora, chora. Pedi que parasse, ou não iríamos ao aniversário. A coisa seguiu por quase meia-hora, tentei de tudo, só não levei a chorona para o pai justamente tentando impedir que isso vire um hábito, ou seja, ela chora e consegue o que quer. Prá encurtar a história, não teve jeito, ela só se acalmou depois de muito tempo, e tive então que fazer o que tinha “ameaçado” quando tentava acalmar a crise – não irmos ao aniversário. Estragou o sábado de todo mundo, mas espero que tenha servido de lição…

Então eu pergunto: cadê a receita para educação dessas crianças??? Ela entende tudo, sabe muito bem o que quer, e justamente o que não quer é aceitar os nossos limites. Qual a medida correta dos ingredientes – amor, compreensão, disciplina? Na hora que o “bicho pega”, é difícil…

Por falar em “bicho”, mudando para um assunto bem mais divertido, no feriado de 12/10 fomos comemorar o Dia das Crianças no zoológico e Paraíso da Criança – e é mesmo, de tanto brinquedo que tem naquele parque. Foram quase todos, faltou só o Lucas (priminho que está com 3 meses, e só saiu mesmo na foto) – Elisa, Luana e Bruno, uma delícia:

Aproveitaram demais, e naquele dia ela ficou compreensiva e obediente. Ah, se fosse sempre assim…!

Idade da Elisa

Lilypie Kids Birthday tickers

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