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Hoje foi a última reunião de pais na escola da Elisa, neste ano. Semana que vem teremos a festa de encerramento, na quarta, e depois… férias! Serão 45 dias, como se as mães não trabalhassem e deixassem os filhos na escola só por passatempo. Em 2012 ela irá ao Maternal II, finalmente, porque faz aniversário dia 08/08, então teve que repetir um ano – agora é lei: criança só entra no primeiro ano com 6 anos completos até 30/06. Dessa forma ela andava meio desestimulada, e eu também com a escola, que é ótima e pertinho do meu trabalho (um quarteirão).

Quando cheguei da reunião ela adorou ver comigo os trabalhinhos e o portifólio dela. Teve uma cena que foi demais: no meio do material tinha uma mensagem da professora (a mesma desde que ela entrou na escola, há 1 ano e meio), dizendo, dentre outras coisas, que ela estava “feliz por ver que a Elisa se desenvolveu e irá para o Maternal II, e ao mesmo tempo triste porque não estará mais em minhas mãos”. Quando terminei de ler a mensagem para ela, me disse: “O que, mamãe, que você falou de triste? De mãos? Não entendi…” Que linda! Li de novo, expliquei, ela compreendeu, e acabou achando legal trocar de turma e de professora. Bolei o maior romance sobre o tema! Que fofa…!

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Quinta-feira passada tivemos reunião de pais na escola. Ainda posso ter que pagar minha boca, mas não me conformo com os pais que não vão. Eu adoro ir às reuniões, e vamos sempre os dois, mãe e pai. Quer oportunidade melhor de conhecer nossos filhos? Saber como eles se comportam quando estão sem a gente? Mas de 8 alunos da classe da Elisa, fomos só 2 pais. Enfim, vamos ao que interessa:
 
Depois da palestra sobre primeiros socorros feita por uma enfermeira convidada, a diretora chegou com uma conversa meio ideológica sobre princípios pedagógicos, convicções, e a necessidade de muitas vezes revermos nossa forma de pensar em vista das mudanças do mundo, das exigências do mercado, etc… Percebi que vinha chumbo pela frente. Resumindo, agora a escola vai oferecer o ensino de uma segunda língua às crianças. Mesmo àquelas que ainda estão dando os primeiros passos na primeira. Ou seja, o caso da Elisa, que está no Maternal I.

De imediato fiquei muito contrariada, porque nunca achei certo forçar a criança que não fala nem português a aprender inglês. Chegava a considerar uma agressão. Mas da forma como ela colocou, terminei achando que vai ser legal. Na verdade eles irão trabalhar com um método bem interessante, sem realizar AULAS de inglês, e sim inserir esse idioma no vocabulário e nas atividades trabalhadas em sala.

Então, por exemplo: quando as crianças chegam, trabalham o calendário, aprendem que dia é hoje, depois vão ao painel do tempo prá conversar se o dia está ensolarado, nublado ou chuvoso ou sei lá, depois vão ao Emocionômetro prá colar sua fotinha no quadrinho do seu estado emocional, seja triste, feliz, mais ou menos, etc… e vão fazer tudo isso em português e em inglês. Enfim, por três dias na semana as crianças vão aprender o que aprenderiam normalmente naquele dia, mas falando os conteúdos em português e em inglês.

Segundo a profissional que atuará na escola, que além de professora de inglês também é pedagoga, dessa forma a criança vai assimilando o segundo idioma naturalmente, e como aprende com muita facilidade, será algo realmente muito positivo.

É, vamos ver. Se tudo correr bem, eu é que vou precisar entrar no Inglês prá poder conversar com minha filha!!!

Agora vamos a algumas deliciosas cenas do fim de semana:

Pose com a Nina no jardim. Ela anda um grude total com essas bonecas, brincando de mamãe-filhinha. Acho a coisa mais linda, claro.

 

Brincando com o Bruno no chão e ...

… ajudando o irmãozinho a buscar os brinquedos no colchonete. Ela parece ter se soltado agora, e já se permite demonstrar amor pelo irmão, carinho, quer pegar no colo, ensinar as coisas, ajudar nas brincadeiras. Ele não desgruda os olhos dela, é uma delícia de ver.
 

Quando eu era adolescente, achava que a vida dos adultos era mais fácil. Sim, eles eram independentes! E ao mesmo tempo sentia saudades de quando era criança, porque não precisava estudar, pensar no futuro e nem tomar decisões.  

Pois bem. Hoje, aos 31, penso que jamais vivi idade mais ideal. Dos efeitos mais drásticos do tempo ainda não sofro (deixa prá lá as veinhas e derivados). Recordo com carinho minha adolescência, e tenho o privilégio de reviver  na minha própria filha a doçura que é a INFÂNCIA de uma pessoa. É realmente uma pena não me lembrar dos meus 2 anos de idade. Com certeza, se me lembrasse, sentiria saudades. Se bem que, pensando melhor, acho que bom mesmo é não me lembrar, porque assim posso somar o fator surpresa às delícias que estou presenciando na vida da Elisa, aos seus 2 anos de idade. 

Filha, você é tão completa e feliz, que de novo estou com aquela vontade de fazer o tempo parar…!  

 

E quem foi que disse que essa idade não tem seus desafios?  

Ontem ela começou na escola. Escolhemos uma que tem excelentes referências, muito espaço para brincadeiras, e fica no quarteirão vizinho ao nosso trabalho. Demorei para decidir mas acho que não poderia ter escolhido melhor. E também estou muito feliz porque teremos boas recordações dos primeiros dias da Elisa na escola. É claro que não tenho muita certeza do que ainda vem pela frente, porque por enquanto ela está vivendo aquela fase inicial e emocionante do encantamento, da novidade, do desconhecido. Mas bem lá no fundo meu coração de mãe diz que posso ficar tranqüila pois essa será uma mudança muito feliz na vida da minha filha querida.  

 

Ontem ela estava em total expectativa, e fomos juntas até lá. Fiquei com ela as duas horas do primeiro dia de adaptação, mas me mantive distante para deixá-la explorar o espaço, as pessoas, os brinquedos, o ambiente, sem a minha participação. É claro que a vontade não era de compartilhar à distância, mas tive certeza de que esse era o jeito certo de deixá-la dar este importante passo. Sinceramente fiquei orgulhosa da independência da minha filha. Ela demonstrou uma segurança muito gratificante para mim, que tanto desejo educá-la para saber ser protagonista da sua vida neste mundo. E como eu pratico (ou pelo menos tento praticar) aquela filosofia do “comece como deseja continuar”, combinei com a diretora da escola que hoje a deixaria sozinha lá, já que trabalho tão próximo e ficaria grudada no meu celular para que me ligassem em caso de QUALQUER necessidade. Afinal, desde os seus 6 meses de idade a Elisa passa o dia sem mim, e se justamente agora ela cogitasse estar comigo durante o tempo em que fica na escola, com certeza o momento da separação, uma semana depois, seria um problema. A diretora é pedagoga experiente e confirmou que eu estava certa, isso me deu mais segurança hoje, na hora de despedir-me da Elisa no segundo dia de escola. Entrei com ela, fomos até o parque, e quando chegou lá ela nem mais se importava se eu ficaria ou não. Se despediu de mim com total indiferença, mais preocupada em moldar uma estrela no tanque de areia, e assim passamos 3 horas, eu no trabalho e ela na escola. Quando cheguei para buscá-la foi a hora de mostrar um pouco de manha, porque não queria largar o brinquedo para vir embora, e juntando com o sono enorme que ela estava, abriu um berreiro básico prá mostrar à professora que também não é feita de porcelana, apesar de parecer sim uma boneca. Ha ha ha ha…. Para amanhã estou muito tranqüila, porque a escola terá show do Patati Patatá, que a Elisa simplesmente idolatra, e depois disso já teremos percorrido 3 dias, ou seja, acho que estaremos quase adaptadas. Tomara! Veremos!  

Vê-la tão amorosa com a priminha Luana e a amiguinha Helena (na foto) me deixa ainda mais derretida.

 

Prá completar este importante momento de emancipação da ex-bebê, ontem chegou também a sua cama nova. Desmontamos o berço e ele só entrará em cena novamente quando estiver totalmente caracterizado para receber o Bruno e assim, que sabe, passar despercebido. “Do berço para a cama, e da vovó para a escola; duas mudanças tão importantes no mesmo dia … Será que devemos?”, me perguntei. Pois fomos em frente e ela AMOU. Agora chega em casa e já pede para ir dormir na cama nova… Que tem o lençol da Barbie, lógico, afinal um incentivo não faz mal a ninguém, não é mesmo?  

Bem, Elisa, certíssima está você em se adaptar tão fácil às mudanças, minha filha, porque em breve você vai vivenciar outra bem grande: a chegada do Bruno.

Hoje mesmo fomos à consulta do pré-natal e pudemos ouvir seu coraçãozinho vibrante lá dentro. A expectativa para recebê-lo sem dúvida é muito grande, mas realmente não estou sentindo essa gravidez passar; já entrei no sétimo mês de gestação, e o dia da sua chegada está cada vez mais perto. Vamos nós para mais essa grande e maravilhosa mudança, outro enorme presente da vida!

Idade da Elisa

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