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Um é pouco; dois é bom; três é demais! E quatro???

Sim, ela está ficando uma “mocinha”. Não só na idade, mas no comportamento, no papo, nas sacadas, no raciocínio, nos questionamentos, e até nas piadas!

Mesmo assim, muitas vezes continua nos mostrando que não passa de uma bonequinha dengosa, manhosa, muitas vezes mimada. Seu chorinho insistente marca presença sempre que pode ou precisa. Hoje mesmo, saindo da vovó, escolheu vir para casa no carro da mamãe, com o Bruno, e não com o papai no carro dele. Foi andarmos um quarteirão, para a madame mudar de idéia. “Elisa, o papai te perguntou se você queria ir com ele ou comigo, e você escolheu vir aqui, agora não chore!”, eu pedia, em vão. E ela: “Mas agora eu resolvi que quero ir com eeeeellllleeeeeeeeee….”. Irritante, simplesmente, às 19h45 depois de um dia de muito trabalho e correria. Depois de escutar um pouco e argumentar mais um tanto, resolvi apelar: “Nossa, nem parece aquela menina linda que eu vi lá na escola hoje, com as amigas, fazendo xixi sozinha, depois pulando amarelinha…!”. “O que, mamãe?!” (já segurando o choro). “Sim, cadê aquela menina linda e moça lá da escola???”. “Sou eu, mamãe!”. “Ah, mas não parece!”. “Sim, sou eu, era eu, mamãe!” – acabou o choro.

Haja estratégia!

 

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Em primeiro lugar, muito obrigada a todas pelos comentários no post anterior; adorei as preciosíssimas dicas!!!

A Thais Alves falou sobre amadurecimento, e parece que é isso mesmo que a Elisa está buscando, mas de uma forma bem contraditória. Explico: ela arrumou agora uma teimosia tremenda, de ser independente. Quer ser madura de fazer tudo sozinha, desde vestir a roupa até subir na cadeirinha do carro, e muitas outras coisas mais. Ao mesmo tempo, a maturidade passa longe, porque ela não aceita sequer a nossa menor ajuda, tem que ser sozinha mesmo. E se não for, tem que começar tudo de novo. E se a gente insistir, vem o choro, que demooooooooora a parar!

Por exemplo, se ela diz que quer subir a escada sozinha, e a gente segura, ela fica brava e quer voltar desde o início prá subir (ou descer) sem ajuda desde o começo. É mole?! Este exemplo vale para muitas outras coisas, inclusive para fechar o cinto de segurança da cadeirinha do carro, o que, é claro, demora vários minutos para ela conseguir. Mas nem pense em ter pressa e oferecer ajuda, mesmo que esteja atrasada para o trabalho, porque a danada se irrita e mostra toda a sua teimosia.

É a fase dos 2 anos chegando? Ou é vontade de chamar a atenção porque está percebendo que vai dividir o seu mundo com o Bruno???

(em tempo): Papai voltou da África e mamãe tornou-se peça obsoleta. Agora, por exemplo, ela está lá dormindo com ele, me dispensou e vim para cá!

Um dia muito choro, no outro menos. Uma noite perturbada, outra nem tanto. Um fim de semana bem agitado, outro mais tranquilo. Assim tem sido essa fase da Elisa.

Cheguei a ficar desesperada, na semana passada, com a tal “ansiedade da separação”, como a “Encantadora de Bebês” chama esse terrível medo que os bebês apresentam, perto dos 7 meses, de ficar longe da mãe. Logo depois do carnaval (quando ficamos 4 dias e meio grudadas), ela ficou desesperada por eu tê-la deixado na vovó para voltar ao trabalho. Ô dureza! O cúmulo foi no dia em que eu não conseguia vir embora da minha mãe com ela, de tanto que berrava quando a colocava na cadeirinha do carro. Não tinha a menor condição de eu dirigir; só consegui depois que encontrei uma calculadora HP na bolsa do papai, e o brinquedinho, graças a Deus, distraiu a Elisa até em casa… ufa! Depois dessa, resolvemos aderir ao conselho de dar “tchauzinho” todo dia (ao invés de sair de fininho), mesmo que debaixo do berreiro, até que ela se acostume. Parece que melhorou… pelo menos um pouco, vai…

Também nesses últimos dias evoluímos nas refeições – que agora incluem papinha inclusive no jantar – nas brincadeiras, cada vez mais divertidas e interativas; nos “diálogos”, quase sempre iniciados pela própria Elisa em seu idioma inimitável; nos movimentos cada vez mais próximos do engatinhar; e na fofura, muita fofura, mas muita mesmo, vocês nem podem imaginar… Ah, e na ousadia também:

sacada

Além de adorar ficar assim na sacada do apartamento (é claro que sempre com um de nós segurando!) ela parece querer gritar para o mundo todo, e logo que a colocamos ali, começa sua cantoria ao vento! Uma piada mesmo!

Eram 20:40h e ela já estava dormindo enquanto mamava. Não estava cansada, mas ESGOTADA.

Hoje a Elisa teve um dia “daqueles”: voltei ao trabalho, e ela ficou na casa da vovó, onde chorou grande parte do dia. Que aflição! Deixei-a lá pela manhã, mas logo depois voltei porque liguei e ouvi o berreiro do telefone. Peguei no colo, acalmou na hora. Ficou mais calma, fui ao trabalho novamente. Na hora do almoço, voltei para junto dela, e encontrei-a aos prantos. Não tinha almoçado, só chorado, e dormido um pouquinho. Mamou no peito, faminta, acalmou, e meia hora depois, comeu um pouco da papinha comigo, pelo menos. Deixei-a brincando no berço com a vovó, para voltar ao trabalho, mas quando liguei, mais tarde, soube que pouco depois que eu saí ela reiniciou o berreiro. Então chorou até dormir, mesmo estando o tempo todo no colo. Quando acordou, ficou mais calma, mas o choro sempre voltava. Depois que tomou um banho e uma boa mamadeira, chorou mais um pouco, mas então dormiu melhor (mais de 1 hora de sono). Quando cheguei, no final da tarde, encontrei-a com os olhos vermelhos e inchados. Corri para o abraço, e ela pulou no meu colo.

Pensei que ela já estava relativamente acostumada, porque passamos muitas tardes na casa da vovó, ela também ficou lá várias vezes, mas…

GENTE, É ISSO MESMO, COM VOCÊS TAMBÉM FOI ASSIM???

Bem, vou dormir porque não sei que tipo de noite me espera.

Mas antes, para alegrar, e também atendendo a pedidos, a foto dos primeiros dentinhos apontando:

dentinhos

Idade da Elisa

Lilypie Kids Birthday tickers

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