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Como é bom ter uma filhota curiosa…!

Ontem à tarde ela encasquetou que queria fazer suco de morango. Saímos para comprar, e entre um supermercado e outro, paramos para abastecer o carro. Do banco de trás, ela não perde um flash.

Terminado o abastecimento, pedi ao atendente para pontuar no Cartão Ipiranga. Ele trouxe a maquininha, eu digitei, e estava fora de sistema. 😦 Deixamos processando, e combinado que “se for, foi”. Vazamos para o Pão de Açúcar. Saindo do posto, começou o interrogatório:

– “Mamãe, o que era aquela maquininha?”

– “Era onde a gente digita o nosso número e ganha pontos para trocar por prêmios”.

– “Que prêmios???” (já interessada)

– “DVDs…”

– “DVDs?????!!!!!” (muito mais do que interessada)

– “É, e também CDs, brinquedos, roupas…”

– “Mas mamãe, por que eles dão esses prêmios?”

– “Ah, filha, porque eles querem que a gente prefira abastecer no posto deles, então eles dão pontinhos pra gente ganhar prêmios, toda vez que a gente abastece aí”.

– “Mas porque eles querem que a gente prefira o posto deles?”

– “Porque assim eles ganham mais dinheirinho, filha”.

– “Mas a gente não pode preferir outro posto?”

– “Pooooode… Cada um faz alguma coisa pra gente preferir o seu posto”.

Nessa hora paramos no semáforo em frente a um outro posto.

– “A gente não pode, por exemplo, preferir este posto, mamãe?”

– “Pode, filha, mas este a mamãe não sabe se a gasolina é boa. Algumas gasolinas podem estar estragadas e estragar o nosso carro…”

– “Nossa, não acredito…”

Chegamos ao supermercado, e mudamos de assunto. Essa lição de marketing já estava ficando muito longa pra alguém com 4 anos e meio. Vai que também vira publicitária igual a mãe!!! 🙂

Feliz da vida  porque choveu e ela pôde sair em frente de casa, pra usar o guarda-chuva...

Feliz da vida porque choveu e ela pôde sair em frente de casa, pra usar o guarda-chuva…

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É desse jeito que eu me sinto com a Elisa. O papai dá muito mais bronca, tem bem menos paciência, mas sem dúvida nenhuma é o titular, o favorito a qualquer momento. E a safada já aprendeu a inventar cada desculpa, que tirando o meu ciúmes, chega a ser engraçado… Hora de dormir, por exemplo: desde a hora de fazer o xixi, escovar os dentes e vestir o pijama ela já começa a pedir por ele. Eu ignoro, levo na esportiva, invento uma desculpa ou faço uma piada, do tipo: não importa se eu ou o papai estamos aqui, o xixi vai para o o vaso e pronto, não é mesmo?!

Mas não adianta, chegando na cama, o veredicto é sempre o mesmo: “mamãe, hoje é dia do papai!” De tanto insistir que é um dia de cada, etc e tal, ela inventou uma terceira opção: “mamãe, hoje não é dia seu nem do papai, é o meu dia!” “Como assim, Elisa?!” “É que nem você nem o papai vão dormir comigo, sou eu que vou dormir na cama de vocês!”

Hoje à tarde eles tiraram uma soneca juntinhos no chão da sala. Eu fiquei com inveja em silêncio. Agora tentei argumentar: “Ah Elisa, agora é a minha vez, porque hoje à tarde você já dormiu com o papai”. “Não, mamãe, foi só um descansinho… Hoje é dia dele…” 

Ah, Elisa, e o meu dia, quando é que vai chegar???

Todo mundo diz que menina é assim mesmo, grudada com o pai… Mas explicar porque é assim, isso nunca ninguém me explicou… 😦 

 

 

A nossa casa é sobrado. Elisa olha para o papai e protesta, com o cabelo já penteado: “Mas papai, porque você não colocou um espelho de corpo inteiro aqui embaixo???”. Filha menina tem cada uma…

Comemoramos na segunda-feira os 18 meses da Elisa. Já passou 1 ano e meio do seu nascimento, é inacreditável. Mas ao mesmo tempo, já é totalmente impossível imaginar nossa vida sem ela, parece que sempre a tivemos, é curioso. Acho que porque ela realmente preenche a nossa vida, dá sentido a tudo, e torna a família algo bem mais concreto.

Mesmo sendo uma segunda-feira muito cheia de trabalho, tivemos um bolo simples mas gostoso (obrigada, Bete!) e o parabéns, cada vez mais divertido com a Elisa! Uma felicidade sincera como esta é o melhor presente que uma mãe pode desejar:

Assoprou a vela, pediu mais, ganhou outra, e depois ela comeu bolo de fubá, claro, que ela adora.

Nunca imaginei que um “bebê” fosse tão inteligente aos 18 meses. Ela pode não saber falar tudo – apesar de nunca deixar de tentar – mas entende a conversa como se fosse gente grande. E a gente nem precisa estar falando com ela, que a danada participa. Agora mesmo fui à cozinha, e de lá perguntei: “meu bem, quer chocolate?” – não era com ela, e sim com o pai dela – mas em pouquíssimos segundos lá estava ela, ao meu lado; veio lá da sala correndo, louca pelo tal do chocolate, que já conhece pelo nome, pelo gosto, pelo cheiro, pela cor, pelo papel… Depois que comeu uns “tecos”, tive que me jogar no tapete, fazer bastante zoeira, prá ela distrair e esquecer que queria mais chocolate, bem mais. Conclusão: a gente já precisa tomar cuidado com o que fala, vê na TV, com o que faz, porque a Elisa tá sempre prestando atenção e querendo imitar, principalmente quando se trata de ficar sem sapato e comer chocolate. Claro, ela sabe o que é bom, né?

Roupinhas de frio, roupinhas de calor, roupinhas nem frio nem calor. Muitas fraldinhas de pano, algumas descartáveis (para o primeiro dia), fraldinhas para piscina. Meias, gorrinho, sapatinhos, sandalhinhas, presilhinhas. Remedinhos, pomadinhas, algodão, cotonetes, sabonete, escovinha de cabelo. Mantinha fina, mantinha grossa, travesseiro, toalhas. Brinquedinhos favoritos, chupetas, chuquinhas para suco e água, pratinho e colher para frutinhas, babador de pano, babador descartável…

Meu Deus, ela é mesmo a menor das viajantes? Com a maior das bagagens? Sem contar o carrinho! (Já que daqui a 1 mês ela vai para a casa da vovó de segunda a sexta, pelo menos das 9 às 18:00h, tivemos que comprar outro carrinho, um X-Treme da Burigotto, que já vamos aproveitar para levar na viagem, já que ele é menorzinho que o outro).

O que será que estou esquecendo???

O que será que estou esquecendo???

Tentei pensar na seqüência de um dia inteiro da Elisa, para prever tudo o que ela vai precisar, mas é difíiiiicil!

Sairemos amanhã cedo para a viagem que vai durar 9 dias, a primeira de avião na vida da Elisa. Chega a ser divertido tentar prever como vai ser, como ela vai se comportar, o que vamos fazer. Mais divertido é saber que pode ser tudo diferente, e mesmo assim, vai ser o máximo.

As últimas noites da Elisa foram bem agitadas, e a maior expectativa é saber se, com a mudança de ares e ambiente, a “hora de dormir” vai melhorar ou piorar. Ultimamente está difícil dormir sem chorar um pouco antes (só à noite, claro), e várias vezes precisamos recorrer ao Funchocórea para “adoçar” a chupeta e acalmar a pequena. É esperar para ver, e fazer de tudo para a pequena sentir o menor incômodo possível com a novidade, e tentar fazer com ela também se divirta!

Se alguém tiver alguma super dica de viagem com bebê, ainda é tempo! Senão, até a volta!

“O objetivo maior da massagem é ampliar os momentos de contato com seu filho, fortalecendo o vínculo entre vocês (…) A Shantala, antes de ser uma técnica, é uma arte. Uma arte de dar e receber amor”. – Guia de Boas-Vindas Natura Mamãe e Bebê.

Ela ainda está se adaptando a essa prática, mas eu ADORO fazer massagem na Elisa. Estou tentando torná-la mais freqüente, para que a bebê se acostume melhor, mas às vezes é difícil encontrar o melhor momento, pois a massagem não é recomendada quando o bebê está com fome, e também não é legal acordá-lo para fazer massagem (o que reduz drasticamente os momentos disponíveis).

É gostoso porque realmente aproxima mãe e filha(o), é um momento só nosso, de intimidade e carinho. Mesmo que não seja possível seguir detalhadamente a seqüência da Shantala*, vale a pena tocar o corpinho do bebê, olhá-lo nos olhos, conversar mansinho, sorrir… Além de ser altamente relaxante, a massagem favorece o desenvolvimento da criança.

Ela já está pronta para começar!

Ela já está pronta para começar!

Eu já deixo o banho dela preparado, para que terminando a massagem ela já possa ir para a banheira, complementando o momento de relaxamento e retirando o excesso do óleo de amêndoas (eu uso aquele comum da Johnson’s Baby).

Então coloco a Elisa sobre minhas pernas esticadas, em cima de uma toalha, porque ela sempre faz xixi na hora da massagem na barriga (que também pode ocasionar pum e derivados).

A seqüência dos movimentos eu acompanho no Guia de Boas-Vindas da Natura Mamãe e Bebê, que pode ser solicitado gratuitamente pela internet. Mas as instruções também constam no endereço http://www.mamaeebebe.com.br/site/massagem_shantala.php

Você já tentou com seu bebê? Não é uma delícia?

*Shantala é uma massagem milenar que mães indianas fazem em seus bebês, e o nome foi dado pelo Dr. Frederick Leboyer em homenagem à mulher que o encantou com a força e a beleza de um momento de amor e troca entre mãe e filho. O médico obstetra francês escreveu o livro Shantala, editado no Brasil pela editora Ground.

Ontem fomos ao pediatra e o veredito dos 4 meses foi:

– 6,270 kg (ganho de 640 g)

– 64 cm (ganho de 3 cm)

– Continuar com 2 gotas diárias da vitamina Adtil

– Tomar a segunda dose da vacina Tetra (uuuiiii), da paralisia e da rotavírus

– Começar a inserir frutas e suco na alimentação da pequena. Um dia mamão papaya ou pêra, que soltam o intestino, no outro dia maçã ou banana maçã, que prendem. O suco de laranja lima, com opção de misturar com beterraba ou cenoura.

Pois bem, chegando em casa, fiquei grilada. Na consulta perguntei, e ele confirmou que não vai diminuir a amamentação, apenas acrescentar essa nova alimentação. Mas depois fiquei pensando, e concluí que é lógico que os novos alimentos vão ajudar a saciar a fome, e ela não vai querer mamar tanto, o que não acho uma boa idéia, porque é público e sabido que ATÉ OS 06 MESES DE VIDA O BEBÊ DEVE ALIMENTAR-SE EXCLUSIVAMENTE DO LEITE MATERNO.

Segundo o doctor, se esperar até os 6 meses, “vai dar correria”, porque aí rola um período de adaptação que vai ficar complicado, porque vou voltar a trabalhar. Nisso, ponto para ele.

Outra coisa: a Elisa dorme prá caramba, e muitas vezes quando acorda já é hora de mamar, ou seja, se eu der a fruta, vai prorrogar a mamada, e conseqüentemente, pode ficar uma mamada a menos no dia.

Sendo assim, decidi que vou tentar só dar a fruta e o suco nos dias em que ela estiver acordada no intervalo entre as mamadas, ou seja, se for hora de mamar, mama e pronto. Se já faz 1 hora e meia ou 2 horas que mamou, e está acordada, vamos de frutinha ou suquinho.

O que vocês acham???

Que vai ser ótimo ter essa nova experiência, isso vai!

Faz 3 noites que a Elisa começou a dormir com o pijaminha novo que a mamãe comprou (ficou uma fofura), e não é que de lá para cá dormiu das 11 às 8 horas?

pijama

Coincidência ou não, achei o máximo, é claro.
Como hoje as vestes mágicas amanheceram batizadas de cocô, essa noite o uniforme vai mudar, vamos ver o que vai virar…

Ah, que aconchego gostoso...

Ah, que gostoso esse aconchego a três...

…mas dormir na cama da mamãe e do papai só de vez em quando, e durante o dia no final semana, prá gente curtir juntinhos! Que delícia!

Hoje de manhã fiquei chocada com a notícia de que mais um bebê morreu dormindo, depois de mamar. Que tragédia…!

Notícias desse tipo me impressionam terrivelmente.

arrotinho_vital22Afinal…

 

 

… qual o bebê que nunca dormiu no peito da mãe, sem antes arrotar?

Está cada vez mais claro que fazer o bebê arrotar é um cuidado vital.

A pobre bebê que morreu havia mamado às 5h da manhã, e não chegou a arrotar porque adormeceu mamando. Então foi colocada na cama entre papai e mamãe, mas por volta das 7h foi encontrada sem respiração. É provável que tenha se asfixiado por refluxo ou algo do tipo.

O jornal publicou os conselhos de um médico pediatra sobre os cuidados necessários pós-amamentação:

– Fazer o bebê arrotar em pé antes de colocá-lo para dormir;

– Colocar o bebê no berço sempre de lado, sem nenhum objeto solto, como travesseiro, coberta e bichos de pelúcia próximo à criança;

– A criança deve dormir em uma superfície firme, para evitar sufocamento, e em um berço que esteja num ambiente com boa ventilação.

Segundo ele, quadros de refluxo, com aspiração do leite, são comuns e podem provocar asfixia e parada cardiorrespiratória na criança. O ideal, segundo ele, “é que a criança arrote depois de todas as mamadas, mas quando ela dorme deve ser colocada de lado, de preferência no berço, onde ficará sozinha e não haverá risco de suforcar-se com travesseiros, cobertas ou até mesmo com as roupas dos próprios pais”.

Quando li a notícia, é claro, surgiram mil dúvidas e questionamentos, e automaticamente passei a refletir sobre os meus procedimentos com a Elisa.

arrotinho_vital1No caso dela, quando dorme mamando ou então em pé, no colo, na hora de arrotar, eu insisto e fico com ela pelo menos uns 15 minutos, mexendo um pouco de vez em quando, e mesmo dormindo na maior parte das vezes ela arrota. Independente disso, eu a coloco de lado no berço (deitada de preferência do lado direito), e calço suas costas com o golfinho de pelúcia (preso entre ela e o protetor do berço) prá evitar que ela vire de barriga prá cima. Mas depois que ela dorme profundo eu tiro, porque senão ela fica presa numa mesma posição o tempo todo, o que acho que é muito ruim e desconfortável. E também tenho um pouco de medo que ela vire para o outro lado e tampe seu nariz no bicho…

Embaixo do colchão colocamos aquele suporte anti-refluxo, que deixa a superfície inclinada, e além disso, principalmente durante o dia (é claro) não deixo de verificar a todo momento se ela está dormindo normalmente.

Ah meu Deus, será que estou tendo cuidado suficiente?

Tem dias (ou melhor, noites) em que a Elisa briga contra o sono. O berço parece ter espinhos, a chupeta fica azeda, e as perninhas pinicam feito cheias de carrapicho. Mesmo morrendo de sono, ao invés de dormir, ela se agita toda e abre aquele choro raivoso e irritado. É quando estou perto de perder a paciência, que me lembro da Oração da Noite:

Querido Papai do Céu, peço-lhe de todo o coração:
não me deixe faltar o sono
quando a escuridão da noite chegar;
Se não for possível atender-me
nunca deixe faltar paciência ao papai e à mamãe,
quando com medo do escuro
passo a passo procurar sua cama.
Querido Papai do Céu,
abranda o coração do papai
para não se zangar comigo quando
à noite eu fizer carinho no rosto dele,
simplesmente para acordá-lo
para ficar comigo de companhia;
Se não for pedir demais, que ele brinque comigo
até que o dia expulse a noite
e com ela vá embora os meus temores.
Papai do Céu,
caso não seja possível atender aos meus pedidos,
me dê coragem para enfrentar os meus fantasmas ou
então simplesmente faça-me acostumar com a escuridão,
e se puder faça com que eu goste das noites,
mesmo que escuras.
Obrigado
meu Papai do Céu, por ouvir-me.
Amém.

Dá prá não morrer de dó?!

Nos dias de muito calor, a melhor solução que encontrei foi dar um banho morno na nenê antes da última mamada, lá pelas 9 da noite. Se ela já soubesse falar a nossa língua (por enquanto ela só fala o Elisanês), a Elisa me agradeceria em alto e bom tom, porque o banho relaxa de uma tal forma, que depois da mamada ela está praticamente pedindo prá ir para o berço.

Com tudo arrumadinho do jeito que ela gosta, e um CD tocando baixinho*…  

...depois de uns 5 ou 10 minutos, e 2 ou 3 faixas do CD...

...depois de uns 5 ou 10 minutos, e 2 ou 3 faixas do CD...

...cai a chupeta...

...cai a chupeta...

...e lá vai a Elisa para o sonho dos anjos.

...e lá vai a Elisa para o sonho dos anjos.

Se somar um cafuné, então, aí não tem prá ninguém!

*eu gosto do “Babach para Bebês”, com 13 melodias de Johann Sebastian Bach adaptadas para bebês, e tenho mais uns 3 de músicas de ninar, além dos outros de músicas infantis mais animadinhas, que uso durante o dia ou na hora do banho e da massagem. Todos acalmam, ordenam o comportamento emocional e contribuem para o desenvolvimento da criança.

Que delícia olhar a bebê dormir… Chego a pedir para o tempo parar, para essa doçura demorar bastante para crescer, e a mamãe aqui ter bastante tempo prá curtir essa delícia!

O assunto já rendeu bastante fora desse blog, mas agora que já cheguei ao desfecho (feliz) de mais essa empreitada, é super bom recordar as fases que passamos… “O banho é um dos melhores momentos entre a mãe e o bebê”, eu lia nos sites e nos livros, mas – engraçado – não conseguia experimentar essa sensação com a Elisa…

Nos primeiros dias, OK, normal, choro total…

"Ela ainda não sabe o que está acontecendo", pensava a mamãe

… a não ser na posição de sapinho, que ela adorava desde o começo:

"Epa, assim parece bom", pensava a bebê.  Entenderam porque sapinho?

Pois bem, acontece que os dias foram passando, e a berradeira não parava. Às vezes durante o banho, às vezes depois que saía da banheira, às vezes na hora de vestir, mas geralmente o tempo TODO. Sabe aquele choro desesperado, que ninguém consola, e o bebê chega a engasgar? E depois do choro, não pára mais de soluçar??? Tudo isso por causa de um banho???
 
E eu me perguntava: E AGORA, MAMÃE??? E algumas vezes cheguei a chorar junto com ela…
 
Conversei com as amigas mamães, e todas diziam: “ah, o meu bebê adora tomar banho!” Comecei então, aquela listinha de tentativas: medir a temperatura da água com o termômetro, mudar os horários, esperar ela acordar sozinha, dar banho de manhã, dar banho à tarde, conversar mais com ela, conversar menos, cantar, mas nada nada nada resolvia… Se eu a acordava antes da hora de mamar, para tomar banho, ficava chorona porque queria dormir. Se deixava que acordasse sozinha, acordava louca para mamar… Não tinha acordo com ela!
 
Ah, e nessas idas e vindas, rolavam também os showzinhos especiais: cocô enorme na banheira, por exemplo. Ou, se preferir, na toalha, na hora de enxugar (menos mal, né). E assim fomos caminhando durante o primeiro mês inteiro.
 
Numa bela tarde, já na segunda tentativa do dia (já que na primeira ela tinha feito um cocô enorme na banheira e tivemos que parar tudo), durante visita da titia, resolvemos dar o banho com direito a platéia e brincadeirinhas para distrair. Resultado: NENHUM CHORO! A safada gostava de banho em público, já que é leonina e adora ser a rainha do pedaço… Rendeu até uma foto digna de propaganda:
 
"Legal, adoro esse sabonete!"
 
Desse dia em diante, iniciamos a nova fase de chorar só na saída da banheira (mesmo com o quarto hermeticamente fechado, ao ponto da mamãe aqui pingar de calor). Essa fase só terminou quando começou o “verão”, aí foi só alegria! Agora, sim, estou sentindo na pele (finalmente) aquela sensação da “hora mais divertida do dia”! Mais uma prova de que o tempo resolve grande parte das coisas…
Agora a garotinha até conversa na banheira!

Agora a garotinha até conversa na banheira!

Observação importante e necessária: é a mamãe aqui que dá 99% dos banhos, mas alguém também tem que tirar as fotos, né, por isso na maioria delas quem aparece são as mãos da vovó ou do papai, ok?!

Idade da Elisa

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