Pouco antes de fazer 1 mês o Bruno começou a ter umas assaduras bem feias no bumbum, que agora estão mais “controladas”, mas ainda persistentes. No pior momento o pediatra receitou fralda de pano (sem calça plástica, claro) e Violeta Genciana, um produtinho eficaz mas muito malvado, que tinge não apenas o bumbum mas também tudo ao redor do bebê, da mãe, da casa… enfim, eu acabava tendo que comentar com todo mundo que meu dedo estava sempre roxo porque estava passando “violeta” no bumbum do Bruno. Comentei com muita gente, mas não cheguei a comentar diretamente com a Elisa, porém suas anteninhas estão 24 horas no ar.

Ontem, Bruno mamava e Elisa brincava no chão com o Lego; eu amamentava e a ajudava a adivinhar as cores das pecinhas. Chegou uma pecinha que ela não lembrava a cor. “Essa é violeta, filha”. E ela me olha com aquela risadinha irônica, dizendo: “Violeta de passar  no bumbum do Bruno, mamãe?”… É mole?!

Mais tarde, fomos tomar banho. Os dois tapetinhos do banheiro estavam com as etiquetas “TEKA” viradas para fora, e isso me irrita um pouco. “Vamos colocar as etiquetinhas prá baixo do tapete, né, Elisa?” comentei enquanto escondia as benditinhas (devia era ter cortado). Pois bem, achei que a danada não tinha nem ouvido. Hoje de manhã eu dava mamá de novo, e ela se vestia sozinha. Vestiu a calcinha, eu avisei: “Elisa, coloca a etiquetinha da calcinha prá dentro”. “Igual as etiquetinhas dos tapetes, mamãe?” – Gente com menos de 2 anos e meio tem essa memória, essa capacidade de correlacionar e deduzir as coisas?! É ou não é o caso de morder as bochechas???

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