Dia_das_Mães2008Em 2008, comemorei o Dia das Mães em clima de estréia. Exibi mesmo a barriga, não economizei, e me coloquei bem à vontade junto às mulheres justamente homenageadas na data.

Porém, como ainda não podia ver o sorriso lindo da Elisa, sentir seu cheirinho doce, apertar sua bochecha no meu rosto, só hoje pude, de fato, sentir-me homenageada. Muito mais que pela data, homenageada pelo privilégio de ter a Elisa como filha.

Tivemos um dia, um final de semana todo, maravilhoso. Ontem, depois de muita farra, passeios e brincadeiras, fomos dormir tarde, e para começar o dia de hoje, ela me presenteou dormindo direto da meia-noite às nove da manhã! Quando acordei com seus “grunhidinhos” de brincadeira no berço, e olhei no relógio, nem acreditei. Então fomos à missa, e minhas preces foram só agradecimentos, pela felicidade de ter uma filha perfeita, saudável, linda, feliz. Nada pode ser melhor do que essa satisfação, e o mínimo que posso ter a Deus é gratidão. Depois tivemos o almoço especial, tri-geração, com a bisa, a vovó, a mamãe, a bebê, e toda a família. Mais uma vez ela esbanjou sorrisos, palminhas e charminho.

Dia_das_Mães2009

É realmente incrível como um adjetivo de apenas 3 letrinhas – MÃE – muda tanto a vida de uma mulher. Hoje eu vejo: desde muito pequenina, uma pessoa nascida da gente tem verdadeiro poder de nos transformar. O jornal da cidade de hoje trás um artigo dizendo que ser mãe nos faz pessoas mais inteligentes. Não tive tempo de ir além do título na leitura, mas posso imaginar que vasto terreno teve o autor desse texto para discorrer sobre tal teoria. Não sei se eu chamaria de inteligência, mas ao tornar-nos mãe nos revestimos de mais sensibilidade, de muito mais maturidade, e de algumas habilidades que nunca imaginávamos combinar com a gente. Trata-se de um encanto que espalha um colorido fresco no ar, e transforma um dia-a-dia aparentemente feito de um sem fim de tarefas, num viver adocicado, macio e vibrante, pelo simples fato de termos, em mãos, alguém originado de uma obra divina, mas feito por obra nossa.

Tão doce experiência de ser mãe vem acompanhada de um enorme peso, o da responsabilidade. Chega a ser desesperador pensar que estamos olhando para alguém que, no futuro, será uma pessoa formada por valores, hábitos, sentimentos, plantados por mim, por nós, mãe e pai, e muitas vezes também avós. E que por isso precisamos aprender a amar e educar, amar e formar, amar e dosar.

Quem venham, então, muitos outros Dias das Mães, e o tempo e a experiência ajudem essa novata mamãe a saber viver…!

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