Um dia muito choro, no outro menos. Uma noite perturbada, outra nem tanto. Um fim de semana bem agitado, outro mais tranquilo. Assim tem sido essa fase da Elisa.

Cheguei a ficar desesperada, na semana passada, com a tal “ansiedade da separação”, como a “Encantadora de Bebês” chama esse terrível medo que os bebês apresentam, perto dos 7 meses, de ficar longe da mãe. Logo depois do carnaval (quando ficamos 4 dias e meio grudadas), ela ficou desesperada por eu tê-la deixado na vovó para voltar ao trabalho. Ô dureza! O cúmulo foi no dia em que eu não conseguia vir embora da minha mãe com ela, de tanto que berrava quando a colocava na cadeirinha do carro. Não tinha a menor condição de eu dirigir; só consegui depois que encontrei uma calculadora HP na bolsa do papai, e o brinquedinho, graças a Deus, distraiu a Elisa até em casa… ufa! Depois dessa, resolvemos aderir ao conselho de dar “tchauzinho” todo dia (ao invés de sair de fininho), mesmo que debaixo do berreiro, até que ela se acostume. Parece que melhorou… pelo menos um pouco, vai…

Também nesses últimos dias evoluímos nas refeições – que agora incluem papinha inclusive no jantar – nas brincadeiras, cada vez mais divertidas e interativas; nos “diálogos”, quase sempre iniciados pela própria Elisa em seu idioma inimitável; nos movimentos cada vez mais próximos do engatinhar; e na fofura, muita fofura, mas muita mesmo, vocês nem podem imaginar… Ah, e na ousadia também:

sacada

Além de adorar ficar assim na sacada do apartamento (é claro que sempre com um de nós segurando!) ela parece querer gritar para o mundo todo, e logo que a colocamos ali, começa sua cantoria ao vento! Uma piada mesmo!

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