Família, trabalho, amigos, religião. Casa, saúde, beleza. Compras, leitura, lazer, descanso. Obrigações, compromissos, hobies, improvisos. Diálogos, fotografias, internet. Almoço, lanche, jantar, contas a pagar. Banho, cabelo, roupas, maquiagem.

A vida muitas vezes parece não caber em 24 horas por dia, 7 dias por semana, ou 12 meses por ano. Desde que voltei ao trabalho, isso está ainda mais evidente no meu dia-a-dia. Não está sobrando tempo para nada, e fica faltando fazer muita coisa.

Apesar disso, ficou mais evidente também, para mim, a importância e a necessidade de se ter vários aspectos da vida onde se equilibrar. Você aprende que não precisa, e não pode, e não quer, investir tanta energia em coisas que passam, porque vale a pena repartir seu tempo com sua filha (cuja infância passa mais rápido ainda), com seu marido (cujo amor você não pode deixar passar), com você mesma (se conseguir, pelo menos, fazer as unhas).

E enquanto tentamos nos equilibrar entre tarefas e programações, os dias passam, as semanas voam, e 2009 já está na metade de fevereiro.

Mas por falar em se equilibrar, as primas Elisa e Luana se equilibrando cada vez melhor nos bracinhos, para melhor explorar o mundo, a vida, as pessoas; para pegar os brinquedos, chegar onde desejam, conseguir em breve engatinhar, para depois crescer, e, num piscar de olhos, terem que lutar para aprender a se equilibrar na vida:

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