À primeira vista, vida de bebê parece fácil, quase invejável. Engano seu.

Imagine uma criatura que, ao nascer, já lhe embrulham o bumbum (e adjacências) numa almofada quente e apertada, que não permite fechar as pernas e precisa ser trocada a cada 3 horas. Esse processo dura longos meses, cerca de 2 anos. Fazendo uma conta rápida, calculei que já troquei a fralda da Elisa mais de 700 vezes.

A gente acha que bebê não tem problema, igual a gente que tem de pagar contas, trabalhar, cuidar da saúde, administrar o tempo e outras coisas.

Mas quer problema maior que não conseguir comunicar-se?

Ele chora pedindo comida, e ganha colo. Chora porque quer sair do berço, e lhe dão uma chupeta. Tenta dizer que está cansado, e a gente aumenta a brincadeira.

E depois tem também o problema da dependência. A pessoa quer levantar e não consegue. Tem vontade de sair andando e não pode.

Sem contar que um bebê precisa de um mar de paciência para aturar os adultos, principalmente se for fofo e lindo (como a Elisa, claro). Especialmente nas reuniões familiares, toca ir de colo em colo, e se possível distribuindo sorrisos. Ninguém usa um tom de voz normal, é sempre mais estridente e infantil do que eles conversam entre si. Muitos não resistem a um aperto nas bochechas, e os mais ousados avançam para cócegas e cutucões.

sentadaQuanto mais crescidinhos, mais tempo acordados os bebês passam, e aí entra o desafio das mamães para tornar esse tempo divertido e preenchê-lo com brincadeiras e aprendizado. Se o bebê ainda não senta no chão, não engatinha e não anda, quais as melhores brincadeiras para distraí-lo e divertí-lo, no carrinho, na cama ou no berço? Móbile, massagem, chocoalho, bichinhos de pelúcia, mordedores, brinquedos para aprender a segurar e a morder, tudo acompanhado de conversinhas e teatrinhos… essas são algumas das opções que eu tenho tentado.

Alguém tem outras idéias prá me sugerir?

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