Com o feriado na quinta-feira, o fim de semana – em si – não seria tão prolongado assim, mas o passeio que fizemos… esse, sim, foi bem prolongado!

Em sua primeira viagem distante, Elisa foi ver a vovó.

Para isso, a viagem de 400 km, que seria de 4 horas, durou 7, com direito a 3 boas paradas para descanso, troca de fraldas, mamada, e tudo o mais que um bebê de 3 meses tem direito. Na bagagem – inversamente proporcional ao tamanho da bebê – muita roupinha de todas as estações, fraldinhas de pano de montão, todos os medicamentos da bebê, os brinquedinhos preferidos, e bastante, bastante paciência.

Primeira_viagem1Mesmo no (des)conforto do carro, e com a demora da viagem, a Elisa comportou-se ma-ra-vi-lho-sa-men-te bem! Não chorou NENHUMA vez e dormiu praticamente todo o tempo em que o carro esteve em movimento. Mas nós, também, não descuidamos de nada: a cada 1 hora de viagem, uma parada bem tranqüila. No bebê-conforto, uma roupa nem tão quente, nem tão pelada, com o ar condicionado ligado, e babador prá não umidecer o peito com a babação geral que ela está praticando agora.

Na casa da vovó, foi só festa. Sorriu prá todo mundo, dormiu como sempre (até mais, na última noite), e nem sequer estranhou o ambiente ou as pessoas. Que anjo!

Primeira_viagem2

Primeira_viagem3Na falta do berço, improvisamos um utilizando 2 colchões (um sobre o outro), e cercando com almofadas e edredons enrolados.

Ela adorou, apesar de não ter podido praticar seu esporte predileto (“Bebê 180 graus”, descrito no post anterior) porque o colchão era mais mole e sem inclinação.

 

 

 

 

 

Durante nossa estadia, pudemos levar a Elisa para passear ao ar livre e “conhecer” a gruta linda que é ponto turístico na cidade da vovó, e ela adorou (o que constatamos por ela ter ficado o tempo todo acordada). 

Como será que se sentiu a Elisa nessa imensidão?
Como será que se sentiu a Elisa nessa imensidão?

Acho que se a Elisa já soubesse falar, também diria que valeu a pena!

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