Domingo passado a Elisa experimentou piscina de adulto, e estreou seu maiozinho, que eu estava pensando que já tinha ficado pequeno, ainda bem que errei.

Piscina

Mas antes ela ajudou a encher, claro!

Piscina1

A água estava bem fria, não sei porque o aquecedor ainda não está funcionando, mas nem assim ela recusou, achou o máximo aquele montão de água em volta dela. Até então a Elisa só conhecia sua piscininha de bebê (e a banheira, né), bem mais limitada, e foi prá lá que ela foi brincar logo depois, porque aí colocamos água morninha. Então, sim, chorou um monte na hora de sair… Ah bom, eu já estava estranhando!

Quando eu estava grávida, e nadava na academia, já pensava em colocar a Elisa na aula de natação, desde quando ela fosse bebê. Mas agora não sei, estou na dúvida, porque acho que por enquanto ela não vai aproveitar nada, só mesmo a experiência de estar dentro d’agua… Alguém já teve essa experiência com seu bebê, aos 14 ou 15 meses de idade?

Não dá prá exigir tanto desse Anjo da Guarda sem um reconhecimento pelo seu trabalho! Sim, dobra o salário dele, ou teremos que contratar um reforço! Ainda mais agora que moramos num sobrado, com direito a piscina e outros acessórios de risco…! Bem na época que a Elisa está naquela fase de escalar e se aventurar onde puder.

Tombo

Ela já sobe e desce sozinha da motoca (ou pelo menos tenta, mas na maior parte das vezes consegue), sobe e senta no meio da mesa de centro da sala, de onde sorri feliz da vida, quer sentar no sofá igual gente grande, sem nossa ajuda, e logo na primeira semana de casa nova foi flagrada no final do primeiro lance da escada, depois de arrastar a caixa que servia de cerquinha improvisada. Haja Anjo da Guarda, gente!!!

Graças a Deus o da Elisa é muito trabalhador, e todas as noites e todas as manhãs a gente reza para ele (eu e ela, durante a troca de fraldas), sem brincadeira, porque isso é coisa séria mesmo.

Foi só uma forma de contar que a Elisa está muito esperta, levada e sapeca. Mas o melhor de tudo é que fala MAMÃE e PAPAI perfeitinho, a coisa mais linda do mundo, quem me dera poder reproduzir aqui o sonzinho da sua voz me chamando… ah, que doçura. Não tem teimosia que resista, e olha que ela não é muito fã de obedecer, aliás, adora fingir que não está ouvindo. O jeito é respirar fundo e buscar muita paciência. Afinal, ficamos tão pouco tempo juntas, vamos ficar “brigando”?! Tudo bem que tem hora que não dá, já me peguei gritando com ela para não pegar as pedrinhas brancas do jardim e espalhar pelo chão da sala, mas também, é uma tentação louca aquelas pedrinhas! Estou quase desistindo e deixando, desde que ela não coloque na boca, claro. Mas dizem que é aí mesmo que a gente erra, porque se é não, é sempre não, e pronto. Ah tá, então. Parece fácil, né?

Estou passando só prá registrar que finalmente já temos internet de novo. Agora não vai dar tempo de escrever nada, mas rapidinho eu volto.

Depois de quase 1 ano construindo nossa casa, estamos de mudança marcada para quinta-feira.

Mudança

Quando a Elisa nasceu morávamos numa chácara; era uma delícia, porém, um pouco distante da cidade, e gostaríamos de mais praticidade para o dia-a-dia. Então vendemos e viemos para um apartamento alugado, enquanto durasse a obra da nova casa, agora dentro da cidade, e num condomínio fechado.

Agora chegou a hora da mudança. O apartamento já está de pernas pro ar, caixas pra todo lado, e entre elas, a Elisa com seus brinquedos… A partir de amanhã eu e Papai estamos em férias do trabalho, para podermos cuidar de tudo e ainda curtir a casa nova e a filhota, por 20 dias. Então por esses dias vai ficar difícil passar por aqui, porque terei dias de muito trabalho pela frente. Ainda bem que a Elisa “ajuda” bastante – eu tiro da gaveta, coloco na caixa, ela tira da caixa e joga no chão, ou leva lá prá longe!

Bem, o próximo post provavelmente já será da casa nova. Espero que a internet lá não demore muito prá começar a funcionar…! Até lá!

Ela pega as pedrinhas brancas do vaso, olha prá gente, e ela mesma faz “nananananão” balançando o dedinho (e o bracinho, a cabecinha, tudo junto).

Sabe onde é o narizinho, a boquinha, o olhinho… tanto dela quanto da vovó, da mamãe, do papai, e por aí vai.

Canta “pa…bem….pa….ba….” batendo palminha, ou seja….! Parabéns a você!

Levanta o bracinho lá no alto quando a gente pergunta “Quem quer bolacha?”, ou “quem quer mamar?”, ou “quem quer o pepê (chupeta)”, ou qualquer outra coisa que ela gosta muito; se for muito bom mesmo, ela até faz um “eeeeee” junto com o bracinho, um arraso.

Imita várias coisas que o padrinho faz, aponta e grita quando quer muito um negócio qualquer, entra e sai sozinha do elevador, carrega a bolsinha, quer calçar o sapato (nela, na mamãe, e nos outros que estiverem com os pés por perto), passar creme então ela adora, e também pentear o cabelo, e outras coisitas de mulher….

roupa_princesa

Esta é a Elisa aos 13 meses e meio. Inteligente demais para a idade, gente! Que delícia… E como aprende fácil, a danada. Principalmente o que não deve, claro. O pior é que fica quase impossível não rir quando ela faz uma traquinagem planejada, e olha com aquele sorriso misto com fusquinha. É mole?!

Cheia de personalidade, a Elisa agora aprendeu a dar seus berros. Chora gritado quando é contrariada, e também de madrugada, talvez por causa de pesadelos…? Comentei com o pediatra, e segundo ele nessa idade o bebê sonha muito mesmo. Mas gente, ela chora desesperada demais… se for mesmo pesadelo, haja Bicho Papão!

Não é toda noite, mas vez ou outra ela acorda chorando desesperada, e preciso pegá-la no colo, levar para a sala, mostrar que ela está em casa, com a mamãe, seus brinquedos, e tudo o mais. Mesmo assim é difícil, muito difícil fazê-la se acalmar, ela chora tão forte que até engasga! Vai um bom tempo até que ela vá se acalmando devagarinho, e depois pare de chorar, para voltar a dormir. Coitada, dá dó, muita dó, e muitas vezes fico sem saber o que fazer!

Quanto aos “escândalos” diurnos, é bem diferente. Ela chora de raiva mesmo! É interessante observar como esses sentimentos brotam expontaneamente num ser humano tão puro! Algumas vezes ela já tentou morder minha mão, quando tirei a mãozinha dela da tomada, do teclado do computador, ou do vaso de plantas cheio de pedrinhas.

O fato é que chegou aquela hora difícil, que jamais termina, de educar. Demonstrar quais são os limites, o que deve ou não deve ser feito, e muito, muito mais…! E agora, mamãe???

Com_bolsinha

Finalmente consigo me sentar para contar como foi a festinha de 1 ano da Elisa…!

Foi uma semana intensa de preparativos finais: enfeites das mesas, que resolvemos comprar os itens e montar; filme de retrospectiva com fotos desde o nascimento da Elisa, com direito a músicas no tema e outros detalhes que deixariam o momento ainda mais inesquecível; lembrancinhas, saquinhos surpresa, arrumação do salão… enfim, tudo muito bem preparado para o grande dia.

Enfeite_mesas

Então, na véspera, começou o agito: recebemos em casa a família do papai, que mora a 400km de distância. A partir de então a Elisa já começou a sentir o clima de festa. Dormir começou a ficar em segundo plano para ela. No dia da festa, uma das sonecas ela pulou, mas caprichou na segunda – foram mais de 2 horas dormindo. Pena que, quando acordou, eu estava lá no salão arrumando os últimos preparativos, e ela acabou acordando super assustada, chorou à beça no colo da vovó visitante… Subi rapidinho para o apartamento, mas ela demorou a acalmar! Acho que foi por isso que ficou meio sonolenta no início da festa, deve ter ficado cansada porque chorou bastante, depois tomou banho e leite, imaginem!

Mas logo os convidados começaram a chegar sem parar, e ela foi ficando mais animada. No meio da festa ainda comeu papinha, porque marcamos às 5 e meia, então não teve jeito de jantar antes nem depois. Foi uma delícia receber tantas pessoas queridas; vieram quase 100 convidados, e ela esteve muito simpática com todos. Não chorou nenhuma vez durante toda a festa, pelo contrário, sorriu muito, foi no colo de muita gente, e até bateu palminha na hora do parabéns! Também, com um bolo lindo como este que a vovó artista fez! E o melhor: estava DE-LI-CI-O-SO!

Bolo

Ela ficou praticamente doida quando, mais para o final da festa, deixei que começasse a abrir alguns presentes. Que delícia vera expressão de admiração e alegria no rostinho dela!

Presente

O filminho que preparamos nós passamos antes do parabéns, e foi legal porque reunimos todo mundo dentro do salão, e foi emocionante.

Posso dizer que a Elisa aproveitou muito bem sua festa, e mesmo não tendo ainda idade para se lembrar, tenho certeza de que esteve muito feliz.

Ainda bem que tiramos muitas, muitas fotos, e um dia vamos poder mostrar para você, Elisa, como esteve linda, charmosa e iluminada na comemoração do seu primeiro aniversário!

Voltei para casa, e dias depois a Elisa já estava totalmente recuperada da virose.

Muito obrigada a todos que torceram pela rápida recuperação da princesa.

baby_minnie_050206Então mergulhei fundo nos preparativos finais da festinha, e acabei sumindo do blog. Ainda estou sem tempo, mas dei uma passadinha só prá registrar que estamos super bem, a festinha foi um sucesso total, e 4 dias depois do grande dia, a Elisa deu seus primeiros passos sozinha.

Estou muito orgulhosa da minha filha, e feliz por não ter perdido esse momento precioso de vê-la andar pela primeira vez. Foi na casa da vovó, é claro, mas pelo menos eu estava lá.

Em breve voltarei com todos os detalhes dessa nova e maravilhosa fase.

Fazendo_papinha

Estou com saudades dos blogs amigos, e nos próximos dias farei de tudo para visitá-los… Bjs

Aqui, sozinha neste quarto de hotel, não pude deixar de me emocionar ao ler o texto abaixo, enviado por minha amiga Jéssica, mãe da querida Helena.

Que dureza ficar longe da minha pequena…!

Vim na segunda-feira para a capital, participar de um curso obrigatório do trabalho. É a primeira vez que nos separamos, eu e a Elisa. Não durou muito. Na segunda à noite, parece que o coração de mãe teve um pressentimento, e o sono demorou a vencer a preocupação de estar longe. Pois ontem ela amanheceu com febre e diarréia. Não agüentei; à noite corri de volta para casa, a uma distância de aproximadamente 140 Km, e depois de duas horas consegui chegar e ainda pegar a pequena acordada.

Ontem foi um dia difícil para todos nós. Ela ficou bem ruim, papai e vovó correram com ela para o médico, e o diagnóstico foi “virose”… Pouco específico, e por isso difícil de ser interpretado por uma mãe inexperiente. Hoje cedo o curso já continuava, então tive que madrugar e terminar o bate-volta imprevisto.

Meu coração está espremidinho e ligo pra lá o tempo todo, mas agora que ela já está medicada, vou passar a noite por aqui mesmo, e amanhã volto correndo para casa ao final do dia. Ela hoje passou o dia melhor, mas perto das 18h00 a febre voltou, agora mais leve. A diarréia continua, coitada, mas segundo pediatra é normal, ainda vão alguns dias para ela ficar boa.

Como é difícil ver nossa filhota doente! E não ver, então, só ficar imaginando? É pior ainda, de longe!

Espero que seja algo bem simples mesmo, e sem qualquer complicação a Elisa logo fique boa de novo…

Andando

Nós estamos sentadas almoçando quando minha filha casualmente menciona que ela e seu marido estão pensando em ‘começar uma família’.

‘Nós estamos fazendo uma pesquisa’, ela diz, meio de brincadeira.

‘Você acha que eu deveria ter um bebê?’

‘Vai mudar a sua vida,’ eu digo, cuidadosamente mantendo meu tom neutro. 

‘Eu sei,’ ela diz, ‘nada de dormir até tarde nos finais de semana, nada de férias espontâneas.. .’

Mas não foi nada disso que eu quis dizer. Eu olho para a minha filha, tentando decidir o que dizer a ela. Eu quero que ela saiba o que ela nunca vai aprender no curso de casais grávidos. Eu quero lhe dizer que as feridas físicas de dar à luz irão se curar, mas que tornar-se mãe deixará uma ferida emocional tão exposta que ela estará para sempre vulnerável.

Eu penso em alertá-la que ela nunca mais vai ler um jornal sem se perguntar: ‘E se tivesse sido o MEU filho?’ Que cada acidente de avião, cada incêndio irá lhe assombrar. Que quando ela vir fotos de crianças morrendo de fome, ela se perguntará se algo poderia ser pior do que ver seu filho morrer. Olho para suas unhas com a manicure impecável, seu terno estiloso e penso que não importa o quão sofisticada ela seja, tornar-se mãe irá reduzi-la ao nível primitivo da ursa que protege seu filhote. Que um grito urgente de ‘Mãe!’ fará com que ela derrube um suflê na sua melhor louça sem hesitar nem por um instante.

Eu sinto que deveria avisá-la que não importa quantos anos ela investiu em sua carreira, ela será arrancada dos trilhos profissionais pela maternidade. Ela pode conseguir uma escolinha, mas um belo dia ela entrará numa importante reunião de negócios e pensará no cheiro do seu bebê. Ela vai ter que usar cada milímetro de sua disciplina para evitar sair correndo para casa, apenas para ter certeza de que o seu bebê está bem.

Eu quero que a minha filha saiba que decisões do dia a dia não mais serão rotina. Que a decisão de um menino de 5 anos de ir ao banheiro masculino ao invés do feminino no McDonald’s se tornará um enorme dilema. Que ali mesmo, em meio às bandejas barulhentas e crianças gritando, questões de independência e gênero serão pensadas contra a possibilidade de que um molestador de crianças possa estar observando no banheiro.

Não importa o quão assertiva ela seja no escritório, ela se questionará constantemente como mãe.

Olhando para minha atraente filha, eu quero assegurá-la de que o peso da gravidez ela perderá eventualmente, mas que ela jamais se sentirá a mesma sobre si mesma. Que a vida dela, hoje tão importante, será de menor valor quando ela tiver um filho. Que ela a daria num segundo para salvar sua cria, mas que ela também começará a desejar por mais anos de vida — não para realizar seus próprios sonhos, mas para ver seus filhos realizarem os deles.

Eu quero que ela saiba que a cicatriz de uma cesárea ou estrias se tornarão medalhas de honra.

O relacionamento de minha filha com seu marido irá mudar, mas não da forma como ela pensa. Eu queria que ela entendesse o quanto mais se pode amar um homem que tem cuidado ao passar talco num bebê ou que nunca hesita em brincar com seu filho. Eu acho que ela deveria saber que ela se apaixonará por ele novamente por razões que hoje ela acharia nada românticas.

Eu gostaria que minha filha pudesse perceber a conexão que ela sentirá com as mulheres que através da história tentaram acabar com as guerras, o preconceito e com os motoristas bêbados.

Eu espero que ela possa entender porque eu posso pensar racionalmente sobre a maioria das coisas, mas que eu me torno temporariamente insana quando eu discuto a ameaça da guerra nuclear para o futuro de meus filhos.

Eu quero descrever para minha filha a enorme emoção de ver seu filho aprender a andar de bicicleta. Eu quero mostrar a ela a gargalhada gostosa de um bebê que está tocando o pelo macio de um cachorro ou gato pela primeira vez. Eu quero que ela prove a alegria que é tão real que chega a doer. O olhar de estranheza da minha filha me faz perceber que tenho lágrimas nos olhos.

‘Você jamais se arrependerá’, digo finalmente. Então estico minha mão sobre a mesa, aperto a mão da minha filha e faço uma prece silenciosa por ela, e por mim, e por todas as mulheres meramente mortais que encontraram em seu caminho este que é o mais maravilhoso dos chamados. Este presente abençoado de Deus… que é ser Mãe.’ 

Autor Desconhecido

Tem coisa melhor do que ser criança?

Neste final de semana deixamos a Elisa criançar muito, e criançamos junto, claro.

Prá ficar ainda melhor, ela pôde brincar com a priminha Luana e com a amiguinha Helena:

Com a prima no sábado

Com a prima no sábado

e com a Helena no domingo

e com a amiguinha Helena no domingo

Resultado:

PURA FELICIDADE!

PURA FELICIDADE!

Elas tinham razão, as mães veteranas, quando diziam que com o tempo passamos a amar cada vez mais nossos filhos, conforme eles vão crescendo e se mostrando capazes de retribuir nosso amor. Sim, elas tinham razão. É, realmente, cada vez mais incrível receber o sorriso de volta, perceber que sua filha te entende, e te corresponde.

A danada da Elisa agora aprendeu coisinhas deliciosas, que não cansamos de pedir, do tipo “quantos aninhos a Elisa vai fazer?”, e ela levanta aquele dedinho, sem conseguir encolher o polegar, sabe? Pena que ainda não consegui registrar em foto… é demais a doçura disso!

E tem também a brincadeira de esconder. Quase não acreditei quando ela mesma começou a tomar a iniciativa de esconder o rostinho no sofá, em pé, para depois levantar e dar um gritinho de felicidade, tipo “achou!”. Não, eu não cabia em mim, é fofa de doer.

Mas babar, mesmo, eu babei no dia em que ela pediu prá colocar o DVD das “Cantigas de Roda” que ela ama. Pegou a caixinha na mão, e começou a apontar, louca, para a TV, fazendo “ã ã ã”, e depois apontava o aparelho de DVD, e quase explodiu de felicidade quando percebeu que entendemos seu pedido e colocamos os benditos clipesinhos para rolar. Vejam se ela não gosta:

Concentração total (apesar de já ter visto mil vezes na vida)

Concentração total (apesar de já ter visto mil vezes na vida)

Uma relaxada lá pela terceira música

Uma relaxada lá pela terceira música

E no final o soninho bateu forte, depois de tanta euforia...

E no final o soninho bateu forte, depois de tanta euforia...

Quem diria que aquela bebezinha de ontem aprenderia tão rápido tantas coisas? E ainda tem gente que não acredita em Deus… pode?!

Elisa_Estudio

Essa é uma das mais de 80 poses que a Elisa registrou, no sábado passado, durante sessão de fotos profissional, em estúdio. Alegre, empolgada e cheia de graça, ela simplesmente arrasou. Nós já sabíamos que ela é linda, mas as fotos ficaram maravilhosas. Quem tem bebê nessa idade deve aproveitar para registrar tantas cenas que não voltam mais!

Dentro de menos de 2 meses a Elisa completará 1 aninho… já! Agora que começamos a pensar na festinha de 1 ano, percebi que já estou atrasada, o normal parece que é começar bem antes! Mas tudo bem, agora vou tirar o atraso, o difícil é encontrar tempo para tantos preparativos!

O tema nós já decidimos: vai ser BABY DISNEY! Fofíssimo!

banner_babydisney

Até o bolo vai ser decorado, obra da vovó artista.

Agora estou à procura da empresa que providenciará essa decoração; é preciso pesquisar! Os preços variam muito, mas a qualidade também, é claro…

Depois vem o cardápio, que já temos em mente; garçons, convites, lembrancinhas, fotos, docinhos, etc, etc, etc. Decidimos fazer no salão do prédio onde moramos, e providenciar cada item por nossa conta, sem contratar um buffet completo, pois assim, apesar de dar mais trabalho, vamos selecionar exclusivamente coisas de que realmente gostamos e sabemos que são boas.

Afinal, a fofura merece, não?!Linda_demais

Ela está demais, linda e divertida! Pena que gripou de novo…

Quem tiver alguma dica sobre os preparativos da festinha, e também sobre como evitar tantos resfriados, estou aceitando de montão!

10_mesesO tempo curto não tem permitido que eu venha mais aos blogs, meu e das amigas, e que faça tantas outras coisas, mas na segunda-feira corri contra o tempo e dei um jeito de bater um bolo no horário do meu almoço para podermos, à noite, cantar os parabéns para a princesa. Mais um mês completo, e o aniversário de 1 aninho cada vez mais próximo… Ishh, na próxima semana preciso dar um jeito de começar os preparativos!

A Elisa chega aos 10 meses cheia de saúde, energia e alegria.

10_meses2Já engatinha com muita agilidade, se levanta com facilidade, e está começando a se equilibrar, por alguns instantes, sem segurar. Os tombos acontecem muito de repente, por isso estão cada vez mais freqüentes… buááá. Mas nada grave até agora, ufa!

A dúvida do momento é sobre as vacinas. O médico recomendou a de catapora, mas hoje fui informada de que o calendário foi alterado e essa vacina, agora, só é recomendada a partir de 1 ano de idade. Em compensação, me disseram em 2 clínicas especializadas em vacinas que ela já podia ter tomado as doses contra Meningite C e Pneumonia e “derivados” (a Previnar). Foi então que me enchi e interrogações, pois o pediatra da Elisa até hoje não tocou nos nomes dessas vacinas… Parênteses: fiquei abismada com os preços! A de Meningite custa R$130 a dose, e antes do primeiro ano seriam duas. Mas como o intervalo entre elas deve ser de 2 meses, acho que vai compensar mais esperar completar 1 ano, aí é dose única. Não por uma questão de economia, mas também pela praticidade, já que esperamos até agora… Ou será que é urgente?!

Já a Previnar custa R$280 a dose, e antes do primeiro ano são 3! Já pensaram?! Eu sabia que essas vacinas eram pagas, mas não imaginei que eram tão caras! Afinal, poucas pessoas têm a condição de proporcionar a imunização de seus bebês medinte tamanho investimento necessário! No caso da Previnar, o intervalo entre as doses também deve ser de 2 meses, e com 1 ano ou mais serão apenas 2 doses. Estou pensando em esperar… Será que tudo bem???

10_meses1

Foram 9 meses para cortar o cordão umbilical. E mais 9 para trocar o peito pela mamadeira. Emblemática coincidência, não?

Sim, coincidência, pois ao contrário do parto, que não foi natural mas teve que ser feito porque estava na hora, o desmame não foi para nós algo planejado ou calculado. Simplesmente foi acontecendo, e a Elisa praticamente não mama mais no peito…!

Comecei cortando a mamada da hora do meu almoço, porque ela já estava almoçando super bem, e depois mamando só para dormir. Em seguida  experimentei dar a mamadeira à noite, prá ver se ela parava de acordar só para mamar. Foram algumas noites de experiência (positiva, pois ela começou a dormir a noite toda), e o leite começou a diminuir. Passados alguns dias amamentando só pela manhã, e parece que agora o leite custa a sair. Aí eu ofereço, ela mama um pouco e depois começa a brincar com o bico, então eu fico sem saber se está alimentada. Ou seja, fica esse “nem lá nem cá”. Então falei hoje com o médico, e ele disse que está tudo ótimo, não há problema em desmamá-la porque já mamou bastante, quase 10 meses.

E agora? Quer dizer que minha filha cresceu? Como já não ter saudades?…

Desmame

EstetoscópioEla realmente pegou implicância do estetoscópio. Pior, pegou medo, pavor, terror. Isso porque ela nem sabe que o aparelhinho tem esse nome esquisito.

Hoje foi dia de consulta com o pediatra. Dizer que foi tumultuada é pouco. Tudo corria razoavelmente bem, até que, já sem roupa, ela viu o médico pegar o tal aparelhinho de nome esquisito. Ela literalmente voou nos meus braços, de cima da maca. E começou o berreiro. É raro ver minha filha chorar daquele jeito! Mas nada a acalmava. Precisei segurá-la à força para conseguir terminar a consulta. Mesmo falando com ela o tempo todo, acariciando, tentando acalmá-la, nada adiantava. Para completar, quando terminou tudo e era hora de vestí-la, ingenuamente pensei em pegá-la no colo para acalmá-la e depois vestir a roupa. Não deu tempo nem de pensar: ela me encheu de xixi. E também o chão, a maca, mas principalmente minha roupa (a mesma que eu pretendia ir ao trabalho, é claro, já que era bem de manhã). Meu sentimento maior foi de pena dela… Imaginem como ficou nervosa, ao ponto de fazer tanto xixi! Tadinha…

Fora isso, ela ganhou 510 g (está com 8,720kg – como foi difícil pesá-la!), e cresceu mais 1 cm (está com 72). O doutor também recomendou a vacina de catapora, que é particular, mas acho que vou levá-la para tomar, e assim evitar que fique sujeita ao aborrecimento dessa doencinha chata.

Coitada, será que agora toda consulta vai ser isso??? O vovô tem um aparelhinho de aferir a pressão que é bem parecido, peguei depois para brincarmos, e espantar o medo do objeto, mas ela encarou como um brinquedo qualquer… Será que o problema é a combinação estetoscópio+consultório+doutorquenãobrincacomigo???

Ser mãe é saber dançar novos ritmos, cantar novas músicas, contar novas histórias, brincar novas brincadeiras, falar novas línguas, preparar novos pratos, saborear novas sopas, provar novos odores.

Enfim, a maternidade é realmente uma vida nova. E que se renova a cada dia. É preciso ter criatividade, exercer novas artes, aprender certas manhas.

SorrisoÉ incrível como o comportamento dos bebês muda a todo momento. E com que rapidez! Aos 9 meses, Elisa está cada vez mais linda, boazinha, carinhosa, sorridente. E sapeca, claro. Com muita energia. Mais dentinhos. Fazendo tchauzinho, batendo muita palminha, aprendendo coisas e engatinhando rapidinho. Basta ter onde segurar, e já se levanta. Ficar no colo ela gosta cada vez menos. E também está mamando no peito só uma vez ao dia, de preferência pela manhã, pois com a mamadeira à noite ela dorme até o outro dia!

Estamos curtindo muito, apesar do curto tempo disponível. Temos trabalhado tanto…! Mas o relógio não ajuda, corre como nunca, e a cada vez que olho para a Elisa parece que ela está mais moça! E sempre exigindo cada vez mais da gente, que precisa reaprender a cada dia, cantando novas músicas, dançando novos ritmos, falando novas línguas, provando novos sabores… Que experiência tão rica e magnífica!

Dia_das_Mães2008Em 2008, comemorei o Dia das Mães em clima de estréia. Exibi mesmo a barriga, não economizei, e me coloquei bem à vontade junto às mulheres justamente homenageadas na data.

Porém, como ainda não podia ver o sorriso lindo da Elisa, sentir seu cheirinho doce, apertar sua bochecha no meu rosto, só hoje pude, de fato, sentir-me homenageada. Muito mais que pela data, homenageada pelo privilégio de ter a Elisa como filha.

Tivemos um dia, um final de semana todo, maravilhoso. Ontem, depois de muita farra, passeios e brincadeiras, fomos dormir tarde, e para começar o dia de hoje, ela me presenteou dormindo direto da meia-noite às nove da manhã! Quando acordei com seus “grunhidinhos” de brincadeira no berço, e olhei no relógio, nem acreditei. Então fomos à missa, e minhas preces foram só agradecimentos, pela felicidade de ter uma filha perfeita, saudável, linda, feliz. Nada pode ser melhor do que essa satisfação, e o mínimo que posso ter a Deus é gratidão. Depois tivemos o almoço especial, tri-geração, com a bisa, a vovó, a mamãe, a bebê, e toda a família. Mais uma vez ela esbanjou sorrisos, palminhas e charminho.

Dia_das_Mães2009

É realmente incrível como um adjetivo de apenas 3 letrinhas – MÃE – muda tanto a vida de uma mulher. Hoje eu vejo: desde muito pequenina, uma pessoa nascida da gente tem verdadeiro poder de nos transformar. O jornal da cidade de hoje trás um artigo dizendo que ser mãe nos faz pessoas mais inteligentes. Não tive tempo de ir além do título na leitura, mas posso imaginar que vasto terreno teve o autor desse texto para discorrer sobre tal teoria. Não sei se eu chamaria de inteligência, mas ao tornar-nos mãe nos revestimos de mais sensibilidade, de muito mais maturidade, e de algumas habilidades que nunca imaginávamos combinar com a gente. Trata-se de um encanto que espalha um colorido fresco no ar, e transforma um dia-a-dia aparentemente feito de um sem fim de tarefas, num viver adocicado, macio e vibrante, pelo simples fato de termos, em mãos, alguém originado de uma obra divina, mas feito por obra nossa.

Tão doce experiência de ser mãe vem acompanhada de um enorme peso, o da responsabilidade. Chega a ser desesperador pensar que estamos olhando para alguém que, no futuro, será uma pessoa formada por valores, hábitos, sentimentos, plantados por mim, por nós, mãe e pai, e muitas vezes também avós. E que por isso precisamos aprender a amar e educar, amar e formar, amar e dosar.

Quem venham, então, muitos outros Dias das Mães, e o tempo e a experiência ajudem essa novata mamãe a saber viver…!

Ela sorri bem largo, sacode o corpinho todo, dobrando um dos joelhinhos inventa uma dança, nos olha feliz, e com uma das mãos paradinha, bate a outra com força e várias vezes seguidas. Agora que aprendeu a bater palminha, qualquer hora é hora. Pára de mamar, de comer, de brincar, corta qualquer momento, prá bater palminha feliz com a descoberta. O som do parabéns já nem sempre é necessário, mas serve de incentivo quando ela está com preguiça ou com vergonha. Que fofura!

Como não consegui postar o vídeo que filmei a Elisa batendo palminha, por favor, fiquem com a narrativa e imaginem como é linda a cena!

Pegue toda a paciência do mundo. Multiplique por infinito. E agora some o máximo que puder. Ainda é menos que a paciência da vovó com a Elisa. A espertinha, é claro, não demorou a perceber o carinho da vovó, e ao contrário dos primeiros dias em que voltei ao trabalho, agora ela adora ficar na casa dela. Quando saio, ao invés de lágrimas, ela me dá sorrisos. E dia após dia, a vovó faz festa, brincadeira, farra, ensina tchauzinho, beijinho, e a bebê aprende novidade após novidade.

 

Foi nesse clima que a vovó comemorou aniversário ontem. As comemorações começaram na quinta-feira e só terminaram no final da Páscoa. A Elisa, é claro, esteve em todas. Rodeada pelas netas, a vovó aproveitou as festas, e comemorou devidamente. Na hora do Parabéns, lá estavam Elisa e Luana para ajudar a apagar as velinhas: 

 viva_a_vovo

 

Foi muito legal, e aproveitamos bem o final de semana prolongado. Não faltaram momentos deliciosos:

Assistindo desenho no cercadinho improvisado

Assistindo desenho no cercadinho improvisado

 

Não vão me dar nem um pedacinho?!

Não vão me dar nem um pedacinho?!

Para minha sorte, a Elisa adaptou-se muito bem às papinhas salgadas, e adora comê-las tanto no almoço quanto no jantar. Eu mesma só as preparo aos sábados, domingos e feriados, pois de segunda a sexta a própria vovó, que fica com ela, faz a comidinha da bebê. Pelo menos eu tenho a oportunidade de alimentá-la no jantar – a menos que eu não consiga sair do trabalho a tempo, o que, graças a Deus, tenho conseguido evitar ao máximo – e quando chego para dar a papinha, o pratinho já está pronto para ser servido!

cadeirao12

Acontece que ultimamente, para que o intestino dela funcione normalmente, comecei a prestar mais atenção ao cardápio da Elisa, e me vi meio sem idéias… Recebi ótimas dicas da minha cunhada, mãe da Luana, que me passou as informações da sua nutricionista. Comecei a fazer assim, e acho que está dando certo, mas às vezes acho muita coisa, e dependendo da combinação, acaba ficando com gosto de tudo, e ao mesmo tempo de nada, com tanta mistura…

Então fui buscar algumas receitas na internet, mas também não encontrei muita coisa boa, a não ser essas que já venho testando:

Sopa de aveia (especialmente para o jantar)

 

Ingredientes

- 1 cenoura média
- 1 mandioquinha média
- 1 xícara (chá) de caldo de frango
- 1 colher (sobremesa) de margarina
- 1 colher (sobremesa) de cebola picada
- 2 colheres (sopa) de farinha de aveia
- 1 colher (sopa) de salsinha picada
- uma pitada de sal.

 

Modo de fazer

Cozinhe a cenoura e a mandioquinha em um pouco de água. Amasse os legumes com o garfo e acrescente o caldo de frango, a cebola e o sal. Leve ao fogo baixo e acrescente a aveia, a margarina e a salsinha. Mexa bem até ferver.

 

Papa bicolor de carne, cenoura, abobrinha e macarrão

Rende 1 porção

 

Ingredientes

2 colheres de sopa de carne moída
1 cenoura pequena
1 colher de sobremesa de óleo
1 colher de chá de cebola ralada
½ abobrinha pequena picada
1 colher de sopa de macarrãozinho
½ colher de café de sal
1 e ½ copo de água filtrada

Lendo algumas coisas, também inventei a PAPINHA DE CARNE COM ABÓBORA: refogar a carne moída (eu uso patinho) normalmente, com um pouquinho de óleo, cebola, alho e sal. Acrescentar pedacinhos de abóbora, batata, brócolis e rúcula. Deixar cozinhar bastante, depois acrescentar o arroz (já cozido), deixar cozinhar mais um pouco, e pronto. Aí é só amassar com o garfo. A Elisa comeu ontem e adorou!

E então, mamães, quem tem mais alguma sugestão para esse cardápio mirim???

Nascida no dia 8 do mês 8 de 2008, a Elisa acaba de completar 8 meses. Ela bem que combina com esse número, redondinha, fofa, toda cheia das curvinhas.

Já ficou distante aquela nenénzinha pequena, frágil, indefesa, dependente. Elisa, agora, demonstra bem suas vontades, e principalmente, aprendeu bem a fazer manha. Nós também aprendemos a interpretar melhor seus sinais, a menos quando ela chora muito para dormir, o que ainda nos deixa um pouco inseguros… O fato é que ela acostumou a mamar para dormir, especialmente à noite, e isso tem me preocupado um pouco, porque acho que essa “dependência” não é saudável. Assim como já aconteceu com outros “hábitos”, espero que esse também passe com o tempo.

Eu adoro esses momentos de amamentação, mas estou tentando reduzir de 4 vezes (de manhã, no meu horário de almoço, à noite e durante a madrugada) para apenas duas (de manhã e à noite), mas às vezes parece que ela está pedindo, é irresistível! De qualquer forma, tenho tentado fazê-la dormir de outras maneiras, mas ela só sossega, mesmo, mamando. Muitas pessoas comentam que seus bebês, aos 8 ou 9 meses (outros até antes) largam o peito, mas a Elisa parece gostar cada vez mais…!

De um jeito ou de outro, venho tentando, há 8 meses, de segunda a segunda, ser a Super Mãe que a Elisa merece, como bem demonstra esse pijaminha lindo que ganhei da minha amiga Alice no meu aniversário.

super_mae

Nunca acho que estou sendo atenta, presente ou preparada o suficiente – não é fácil, mas todo esforço é pouco para compensar a felicidade que essa bebê trás para minha vida!

Mudou um pouco o tempo, e de novo a Elisa gripou – dessa vez não fui eu que passei prá ela. Ainda bem que parece não ter afetado a garganta de novo, já que a febre só ameaçou, e duas doses de Tylenol no intervalo de 8 horas entre elas, já fizeram a temperatura já voltar ao normal de vez.

Ô dó, esse narizinho congestionado… Ainda bem que a Elisa tem mesmo a alma muito boa, e continua sorridente mesmo gripadinha! Só a noite de terça prá quarta passamos (os 3) quase toda sem dormir, mas agora graças a Deus a situação já se estabilizou.

Cá entre nós, acho que devia ser proibido criança ficar doente antes dos 2 anos de idade, mas fazer o quê?!

Ah, por falar em 2 anos de idade, vejam com que pulga estou atrás da orelha: na terça-feira de manhã percebemos a Elisa com a respiração congestionada, então, apesar de já ter em casa o remédinho DECONGEX PLUS, que o médico havia receitado na gripe anterior, achei melhor seguir o conselho de não fazer auto-medicação, e liguei para o pediatra. No final do dia ele me retornou, confirmando que deveria iniciar essa medicação, conforme eu havia imaginado. Fizemos isso, e de lá prá cá ela vem realmente melhorando. Pois bem, agorinha, enquanto esperava conectar a internet, resolvi ler a bula do bendito DECONGEX PLUS. E foi isso que encontrei: “este medicamento é contra-indicado em crianças menores de 2 anos, uma vez que até o presente momento não há dados conclusivos sobre segurança e eficácia em pacientes nessa faixa etária”.

Então pergunto: E AGORA, MAMÃE???

Ela come abóbora paulista, abobrinha e verdura na papinha; mamão todo dia, ou pêra, mais ameixa fruta no suco com laranja lima, e ainda banana nanica… Mesmo assim anda fazendo cocô com dificuldade, coitada! Será o leite NAN? Ela toma só 210ml por dia, o restante é leite do peito, ainda…

Alguém tem alguma dica sobre isso???

Com tantos motivos prá comemorar, cheguei aos 30 anos. Foi na semana passada, e na correria ainda não comentei sobre isso. Agora já estou assimilando que cheguei, sim, à “maturidade”: mãe e mulher de 30!

Meu Bem preparou uma festa surpresa, e apesar de não ter sido muito surpresa porque o porteiro do prédio deixou escapar, foi uma delícia.

dsc02975A Elisa, como sempre, participou ativamente, inclusive dos preparativos (sem me contar nada, he he he), e sempre cheia de sorrisos e simpatia. Vieram todos da família, e também minhas amigas, inclusive a Jéssica com a Helena! E a Elisa tinha também a companhia da priminha Luana, que é lógico, também estava presente.

Comemorar essa idade marcante, tendo a Elisa de presente, não poderia ter sido melhor. Ela é o grande motivo da minha alegria diária, e posso dizer que cheguei aos 30 anos realizada. É claro que muitas vezes bate aquele sentimento de incapacidade de dar conta de tudo, de ser mãe, esposa, filha, amiga, profissional, mulher… e tudo o mais, mas quem é que consegue viver sem essa pequena culpa?

Também chego aos 30 cheia de desejos. De talvez ter mais um filho, de ver minha filha crescer com saúde e inteligência, de ter um casamento sempre renovado, de curtir cada momento novo que passa tão rápido com o tempo. E, principalmente, de continuar cheia de motivos para agradecer, agradecer, agradecer, todos os dias, sabendo dar o devido valor às coisas que realmente trazem a felicidade.

Obrigada a todos os que se lembraram do meu aniversário, aos que estiveram comigo, e aos que não se lembraram e não estiveram, mas participam da minha vida e fazem parte do que eu sou. Obrigada!

dsc02963

planeta_terra1A Elisa que não me ouça, mas tem vezes em que eu temo pelo seu futuro neste planeta…

Eu sei que é preciso ter fé, mas sempre me pego procurando razões para ter fé.

É cada dia maior a ameaça de que aqui, no Planeta Água, dentro de 20 anos 1/6 da população não terá água potável. E no entanto, para a grande maioria de nós, ouvir essa previsão não é suficiente para mudar hábitos, atuar pela mudança, fazer algo pelo futuro.

Que tipo de mundo terá a Elisa, e seus contemporâneos?

Particularmente hoje, estou com a impressão de que existe muito lixo para pouco espaço, muitos carros para poucas ruas, muita fumaça para poucas árvores, muita gente para pouca natureza.

Será que o ser humano, essa criatura inteligente e ao mesmo tempo irracionamente insaciável, acordará a tempo de evitar seu próprio infortúnio?

Quando olho para a Elisa aqui, curiosa pela vida, fascinada pelo mundo, sedenta de descoberta, não consigo deixar de sentir uma certa agonia. Será que toda mãe sente isso? Essa frustração de não ser a Super Mulher que pode garantir o mundo que sua filha merece?

Hoje fomos ao pediatra, e lá encontramos alguns nenénzinhos recém-nascidos, então me dei conta de que estou naquela fase de já duvidar que minha filhinha era assim… tão pequeninha, mãozinhas e pézinhos murchinhos, rostinho inchado…

Assim, ó:

nenem

Sim, essa mesma bebezinha aí agora é uma criança linda que já fica sentada, pronuncia sílabas cada vez mais nítidas, faz um esforço gigantesco para tentar engatinhar, e tem 2 charmosos dentinhos embaixo:

 

 

sentada

Eu tenho muito mais prá comentar, mas o sono paralisante que eu estou não me permite… Hoje madruguei, estou sem  marido desde domingo então o ritmo vem sendo mais aceleardo. Voltarei, acordada.

… de calor … de amor …

piscina

Ela fez 7 meses e ganhou uma piscininha. Também cantou parabéns com a priminha.

parabens_7_meses

Adora bater palminha. Quase derreteu meu coração. E também começou a comer no cadeirão.

cadeirao

A moda, agora, é fazer fusquinha. Onde vai parar essa garotinha?!

fusquinha

 

 

 

 

Esses dias a Elisa ganhou um presente bem especial, multigerações: o CD “Adivinha o que É”, do grupo MPB4, um grande sucesso na época da minha infância:

capa-adivinha

Inteligente, é uma delícia de ouvir, e acredito que a Elisa ficou muitíssimo agradecida ao Álvaro, querido padrinho de casamento do papai e da mamãe, quem deu o presente com tanto carinho.

Aproveito para recomendar o site que ajudou o Álvaro a encontrar essa preciosidade: http://mercadodepulgas.blogspot.com. Lá é possível baixar em formato mp3 inúmeros CDs sem qualquer custo.

Um dia muito choro, no outro menos. Uma noite perturbada, outra nem tanto. Um fim de semana bem agitado, outro mais tranquilo. Assim tem sido essa fase da Elisa.

Cheguei a ficar desesperada, na semana passada, com a tal “ansiedade da separação”, como a “Encantadora de Bebês” chama esse terrível medo que os bebês apresentam, perto dos 7 meses, de ficar longe da mãe. Logo depois do carnaval (quando ficamos 4 dias e meio grudadas), ela ficou desesperada por eu tê-la deixado na vovó para voltar ao trabalho. Ô dureza! O cúmulo foi no dia em que eu não conseguia vir embora da minha mãe com ela, de tanto que berrava quando a colocava na cadeirinha do carro. Não tinha a menor condição de eu dirigir; só consegui depois que encontrei uma calculadora HP na bolsa do papai, e o brinquedinho, graças a Deus, distraiu a Elisa até em casa… ufa! Depois dessa, resolvemos aderir ao conselho de dar “tchauzinho” todo dia (ao invés de sair de fininho), mesmo que debaixo do berreiro, até que ela se acostume. Parece que melhorou… pelo menos um pouco, vai…

Também nesses últimos dias evoluímos nas refeições – que agora incluem papinha inclusive no jantar – nas brincadeiras, cada vez mais divertidas e interativas; nos “diálogos”, quase sempre iniciados pela própria Elisa em seu idioma inimitável; nos movimentos cada vez mais próximos do engatinhar; e na fofura, muita fofura, mas muita mesmo, vocês nem podem imaginar… Ah, e na ousadia também:

sacada

Além de adorar ficar assim na sacada do apartamento (é claro que sempre com um de nós segurando!) ela parece querer gritar para o mundo todo, e logo que a colocamos ali, começa sua cantoria ao vento! Uma piada mesmo!

Ufa, graças a Deus acho que a Elisa finalmente escapou da gripe.

Ontem não consegui falar com o pediatra, e resolvemos levá-la ao plantão. Foi bom, porque depois de consultá-la a médica nos tranqüilizou garantindo que a tosse era só uma manifestação de que a gripe estava sarando, ou seja, uma tentativa do organismo de eliminar a secreção que ainda restava. Recomendou algumas seções de inalação prá ajudar. Essa foi uma experiência nova para a Elisa, mais uma… No início, detestou e tentou lutar contra, mas depois foi se conformando, e na segunda seção já ficou quietinha, coisa mais doce. Linda…!

A inalação foi ótima; com mais o Vicky no peitinho e o colchão do berço inclinado, ela não tossiu mais à noite, e hoje passou o dia BEM melhor! Já voltou a ser aquela menina sorridente, que esbanja alegria prá quem a encontra, e hoje até já pôde dar 2 passeios: na obra da nossa nova casa, e também no shopping.

Que alívio para uma mãe ver sua filha recuperada. Aproveito para pedir a Deus por todas as crianças doentes, depois de presenciar muitas delas lá no plantão médico. Internação, injeções, curativos, choro, muito choro… que dó! Que Deus possa aliviar as dores dessas criaturinhas, e dar força para seus pais as ajudarem da melhor forma.

Quanto à Elisa, já voltou às suas brincadeiras preferidas. Aliás essa fase de explorar o mundo é do caramba; curiosidade demais, apetite de menos. Comer virou perda de tempo. Acho que toda criança gosta de detalhes, e no caso da Elisa, ZÍPER é algo que ela adora! Nessa foto, mais uma tentativa de descobrir como funciona o zíper da capinha da nossa câmera digital; ela ficou assim por vários minutos, tentando decifrar o zíper. Fofura de bochecha, hein?!

ziper

Engraçado… nos 2 primeiros dias que tomou os remédios, a Elisa melhorou rápido. Agora, quando parecia que já estava praticamente boa, tenho a impressão de que a gripe aumentou…! Amanheceu mais fanhosa, ou rouca, não sei, narizinho escorrendo bastante, espirrando, tossindo. Na cabeça da mãe sobram interrogações… Por quê será?

O apetite também diminuiu, bastante. Está comendo menos, mamando menos, choramingando mais. Até um dos olhinhos está bem vermelho hoje, meio inchado, ela com aparência de gripe mesmo…

Aquela Elisa alegre e ativa, risonha e disposta, está meio ausente. Dá uma pena, parece até uma bebê em preto e branco…

pb

 Amanhã cedo vou tentar falar com o médico. Tá, é carnaval, mas quem sabe? Acho que com gripe de bebê não se brinca, vai que vira algo mais grave, Deus me livre, uma pneumonia?!

Será que estou me preocupando demais, sem necessidade?

Mãe carrega 9 meses na barriga. Mãe amamenta, mãe acorda de madrugada, dá banho, carinho, cheiro. Mãe não esquece do bebê nem enquando dorme, não quer sair de perto, conhece até o ritmo da respiração do seu filhote. Mas… MÃE TAMBÉM TRANSMITE GRIPE!

Infelizmente fiz isso com a Elisa…

Depois que voltei a trabalhar, foram duas noites seguidas em que a Elisa acordou de hora em hora. Cansada, comendo mal e correndo, peguei uma friagem, e gripei forte. No final de semana, prá compensar as saudades, foi inevitável ficar mais perto da Elisa, claro, e também amamentando, carregando, ninando…, não deu outra: na segunda-feira à noite apareceu a febre nela. Começou em 38 graus, medicamos com Tylenol Bebê, mas infelizmente a febre não passou durante toda a noite. Quando finalmente se passaram 6 horas, demos nova dose do remédio, e nada! Foi uma longa noite de agonia, aquela bebezinha cada vez mais quente, perturbada sem conseguir dormir, chorando, gemendo, e nós, aflitos…! Depois de umas 129 horas finalmente amanheceu, liguei para o médico, e consegui uma consulta ainda pela manhã.

Coitada da Elisa, estava tão molinha, febril, olhinhos lacrimejando, desanimada…

Mas como ela é forte, fofa e de alma boníssima, tomou direitinho os remedinhos para resfriado e inflamação na garganta, e no final do dia já estava bem melhor.

De ontem para hoje até pudemos dormir, e a febre não voltou mais. 

Ufa!

Mais uma lição aprendida: cuidar do seu bebê inclui cuidar-se também, pois não há bebê com saúde sem mamãe saudável e bem disposta!

Família, trabalho, amigos, religião. Casa, saúde, beleza. Compras, leitura, lazer, descanso. Obrigações, compromissos, hobies, improvisos. Diálogos, fotografias, internet. Almoço, lanche, jantar, contas a pagar. Banho, cabelo, roupas, maquiagem.

A vida muitas vezes parece não caber em 24 horas por dia, 7 dias por semana, ou 12 meses por ano. Desde que voltei ao trabalho, isso está ainda mais evidente no meu dia-a-dia. Não está sobrando tempo para nada, e fica faltando fazer muita coisa.

Apesar disso, ficou mais evidente também, para mim, a importância e a necessidade de se ter vários aspectos da vida onde se equilibrar. Você aprende que não precisa, e não pode, e não quer, investir tanta energia em coisas que passam, porque vale a pena repartir seu tempo com sua filha (cuja infância passa mais rápido ainda), com seu marido (cujo amor você não pode deixar passar), com você mesma (se conseguir, pelo menos, fazer as unhas).

E enquanto tentamos nos equilibrar entre tarefas e programações, os dias passam, as semanas voam, e 2009 já está na metade de fevereiro.

Mas por falar em se equilibrar, as primas Elisa e Luana se equilibrando cada vez melhor nos bracinhos, para melhor explorar o mundo, a vida, as pessoas; para pegar os brinquedos, chegar onde desejam, conseguir em breve engatinhar, para depois crescer, e, num piscar de olhos, terem que lutar para aprender a se equilibrar na vida:

de_brucos_com_luana

Ufa, os dias de ontem e hoje já foram BEM melhores! É incrível como a Elisa parece ter se adaptado rápido à casa da vovó - “hoje ela é outra menina!” comentou a vovó, feliz, ao final do dia de ontem. Graças a Deus ela ficou muito bem, quase não chorou, e as duas já estão na maior intimidade.

Realmente só posso agradecer pela bondade pura que é essa menina; passou um dia inteiro desesperada, mesmo com todos os nossos cuidados, mas no dia seguinte já sorria e brincava, simpática como costuma ser. E finalmente chegou a sexta-feira, agora teremos 2 dias inteiros com ela! (quero só ver como será a segunda-feira, depois desse fim de semana de grude…)

Bem, aproveito para comentar sobre a consulta dos 6 meses com o pediatra: Elisa ganhou 550g e chegou aos 7,150kg. Também cresceu mais 2cm e chegou aos 68. “Nota 10″, disse o doutor, que já incentivou-nos a acrescentar verduras e carne de frango ou vaca nas papinhas, e liberou o jantar para quando ela completar 6 meses e meio. Elisa não só aprovou como adorou o incremento de sabor no seu “papá”!

Eram 20:40h e ela já estava dormindo enquanto mamava. Não estava cansada, mas ESGOTADA.

Hoje a Elisa teve um dia “daqueles”: voltei ao trabalho, e ela ficou na casa da vovó, onde chorou grande parte do dia. Que aflição! Deixei-a lá pela manhã, mas logo depois voltei porque liguei e ouvi o berreiro do telefone. Peguei no colo, acalmou na hora. Ficou mais calma, fui ao trabalho novamente. Na hora do almoço, voltei para junto dela, e encontrei-a aos prantos. Não tinha almoçado, só chorado, e dormido um pouquinho. Mamou no peito, faminta, acalmou, e meia hora depois, comeu um pouco da papinha comigo, pelo menos. Deixei-a brincando no berço com a vovó, para voltar ao trabalho, mas quando liguei, mais tarde, soube que pouco depois que eu saí ela reiniciou o berreiro. Então chorou até dormir, mesmo estando o tempo todo no colo. Quando acordou, ficou mais calma, mas o choro sempre voltava. Depois que tomou um banho e uma boa mamadeira, chorou mais um pouco, mas então dormiu melhor (mais de 1 hora de sono). Quando cheguei, no final da tarde, encontrei-a com os olhos vermelhos e inchados. Corri para o abraço, e ela pulou no meu colo.

Pensei que ela já estava relativamente acostumada, porque passamos muitas tardes na casa da vovó, ela também ficou lá várias vezes, mas…

GENTE, É ISSO MESMO, COM VOCÊS TAMBÉM FOI ASSIM???

Bem, vou dormir porque não sei que tipo de noite me espera.

Mas antes, para alegrar, e também atendendo a pedidos, a foto dos primeiros dentinhos apontando:

dentinhos

envelopeElisa, minha filha querida. Conforme já tenho conversado com você, a partir da próxima quarta-feira iniciaremos uma nova fase em nossas vidas. Desde quando você foi concebida, há quase 15 meses, foram pouquíssimos os momentos em que nos separamos uma da outra; porém, é chegada a hora da mamãe voltar ao trabalho.

Nos primeiros dias, acho que vamos estranhar bastante. Porém, por outro lado, eu terei a oportunidade de retomar minha vida profissional, e você de viver a experiência de ser cuidada pela vovó durante boa parte do dia.

É claro que sentiremos saudades uma da outra, e muita, mas desde antes de você nascer tenho tentado ser sua melhor amiga, e proponho que por meio dessa nossa profunda amizade, tentemos ajudar uma à outra nesse momento.

Que tal?

Você vai precisar esforçar-se para não chorar quando mamãe não estiver por perto, e deverá acostumar-se ao jeito da vovó de cuidar de você -  isso será fácil, pois eu mesma cresci sendo cuidada por ela, e posso garantir que é uma delícia. Além do mais, foi a própria vovó que me ensinou a cuidar de você! Quanto a mim, farei de tudo para chegar do trabalho sempre o mais cedo possível, e fazer com que o tempo que passaremos juntas seja tão bom, que possamos compensar em qualidade a perda de quantidade.

E, acima de tudo, precisaremos ser FORTES, afinal, somos duas pessoas privilegiadas, pois a mamãe pôde ficar 6 meses afastada do trabalho para ficar EXCLUSIVAMENTE com você – pouquíssimas mães e bebês têm essa chance. E o melhor de tudo é que soubemos aproveitar MUITO bem esse tempo, não é mesmo?

Eu gostaria que fosse possível evitar este momento, sem que isso representasse renunciar à minha carreira… pode parecer esquisito, mas um dia, quando você crescer, vai entender bem a importância do trabalho, e compreender que a vida profissional é indispensável para que nos sintamos completos como pessoa, como mulher (no nosso caso), e como seres humanos.

Quero que você saiba, ainda, minha filha, que o fato de mamãe não estar sempre por perto, a partir de agora, não significa que eu te ame menos, pelo contrário, meu amor por você só aumenta a cada dia, e nossa intimidade, proximidade e amizade também se tornam mais fortes com o tempo. Mesmo trabalhando, mamãe estará com você de manhã, quando você acordar, vou amamentá-la, e no meu horário de almoço também irei à casa da vovó para encontrar-lhe, quando você poderá novamente mamar no peito enquanto desejar. No final do dia voltaremos juntas para casa, e até a hora de dormir (quando também estarei com você) teremos algumas horinhas para passar juntas, na companhia do papai. Você verá que seus dias serão bem mais movimentados, e isso certamente contribuirá para o seu desenvolvimento e crescimento em corpo e mente.

Que Deus continue nos abençoando, nessa e em todas as outras fases que ainda viveremos.

Com todo o amor do mundo, um grande beijo,

Mamãe.

Descobrimos hoje, o papai sentiu quando a Elisa mordeu seu dedo: são os 2 primeiros dentinhos de baixo. Então fizemos ela dar uma risadona, e vimos as duas pontinhas brancas aparecendo; imaginem que charme a princesa vai ficar, dentucinha!

Respirar pelos pulmões, mamar, chorar, enxergar, apalpar… Contando desde o momento em que vêm a este mundo, dá para considerar que os bebês são seres nascidos para experimentar.

Cada necessidade é suprida com uma nova experiência, proporcionada, na maioria das vezes, pela mãe, e em segundo lugar, pelo pai e outras pessoas que cuidam do pimpolho (no meu caso, pimpolha).

Que dureza, hein? Nada é conhecido, tudo vem de surpresa, viver vira sinônimo de aventura.

Está aí uma boa incumbência que coube à natureza: separar alguns que adoram novas experiências, de outros que já não curtem tanto, estranham e se apavoram.

A Elisa, graças ao Bom Deus, parece pertencer ao primeiro grupo. Não sei, mas parece. Digo isso com certo receio prá não me arrepender amanhã, mas muitas vezes me sinto uma mãe privilegiada. A Elisa, até o momento, parece se dar muito bem com suas “primeiras vezes”, às vezes “segundas” ou “terceiras”, vai, mas tá ótimo também.

Em se tratando de alimentação:

Quando experimentou suco pela primeira vez, secou a xuquinha. Tudo bem que na viagem a Gramado não quis experimentar nenhum outro suco diferente (já que lá não tinha laranja lima) e agora parece que pegou birra da xuquinha, mas eu também não estou forçando, porque estou mais preocupada que ela pegue a mamadeira de leite, para que eu possa garantir uma (só uma, espero) das mamadas que não vou poder dar no peito a partir do dia 4 de fevereiro, quando volto a trabalhar.

Frutinhas ela adora desde a primeira vez. Já experimentou mamão papaya, pera, maçã, banana (maçã e prata) e pêssego, e não recusou nenhuma delas. Faz até huuummmm quando come (uma gracinha!).

As papinhas de legumes começamos nessa semana.

Estão vendo como as novas experiências estão intensas???

Ontem foi purê de beterraba, cenoura, batata e abobrinha. Hoje a beterraba cedeu lugar à mandioquinha, e deixei a mistura um pouco mais leve (rala), e ontem ela comeu bem pouquinho, hoje já limpou o pratinho, mas estou começando de leve.

Prá terminar, agora toma mamadeira de leite industrializado (uma por dia, para ir acostumando). Começamos no domingo. Recusou raivosamente na primeira tentativa, com a vovó, mas na segunda tentativa, horas mais tarde, com o papai, tomou metade da mamadeira. Descansou um pouquinho, veio no colinho da mamãe, e depois tomou a outra metade comigo! Já na segunda-feira, não quis (vá entender). Ontem, nova sessão  com o papai de manhã (conseguimos na segunda tentativa), e depois, prá reforçar o hábito, ofereci mais uma à tarde, e ela deixou a mamadeira sequinha com a mamãe, em pleno shopping center. Hoje, tomou tudo também, comigo. Estou tão feliz e aliviada que estamos conseguindo adaptá-la a este novo hábito! Não sei bem sobre a quantidade, por enquanto estou oferecendo 150 ml, para ir observando.

Quanto à mamadeia, descobri uma questão curiosa: sempre achei que seria mais fácil ela aceitar quanto mais estivesse com fome, mas eu estava errada. Quando ela está faminta, não quer ver mais nada na frente exceto o mamazão que a alimenta desde quando nasceu. Já quando está mais tranqüila, sem muita fome (tipo 3 horas depois da última mamada, e não 4), então aceita numa boa. Claro que vira a cara na primeira tentativa, mas com jeitinho acaba pegando, e aí vai no embalo.

O único efeito colateral de tudo isso, até agora, é que faz 2 dias que ela não faz cocô. Mas deixe estar, que amanhã vou dar-lhe um suquinho de laranja com mamão que deve resolver o problema. Também, como já aconteceu antes, não estou tão preocupada, só é meio chato porque ela fica irritada e faz muita força, sem sucesso, coitada. Tomara que alivie logo. Alguém tem mais alguma dica?

Ufa… escrevi demais?

É a empolgação das novas experiências!!!

Voltamos!

Que experiência incrível foi a viagem para Gramado (Serras Gaúchas) com a Elisa, inesquecível para sempre. Há muito para recordar, e que bom termos tirado tantas fotos - nada melhor do que as imagens para compartilhar tudo de bom que vivemos.

Gramado, que já é uma cidade linda, estava deslumbrante ainda em clima de Natal, já que o Natal Luz foi até 11/jan, e assim pudemos inclusive assistir ao Grande Desfile de Natal.

Rua de Gramado decorada para o Natal Luz

Rua de Gramado decorada para o Natal Luz

Rua Coberta, uma das principais atrações de Gramado

Rua Coberta, uma das principais atrações de Gramado

Uma vez lá, aproveitamos para conhecer também o Vale dos Vinhedos e o Caminho das Pedras (em Bento Gonçalves), passamos por Nova Petrópolis, e estivemos em Canela onde aproveitamos os pontos turísticos naturais.
Cachoeira do Caracol, em Canela

Cachoeira do Caracol, em Canela

A bebê foi fantástica, aproveitou tanto quanto nós, e colaborou 100% para fazermos até mais passeios do que pretendíamos, até porque viajamos sem aquela ansiedade de conhecer, experimentar e viver tudo tudo tudo, como costumávamos fazer antes da Elisa, e para mim esse foi o segredo para termos um passeio gratificante, com frustração ZERO. Se você for viajar com seu bebê, pense que qualquer passeio que fizer, é lucro, e assim você não se cobrará tanto, nem a você, nem à sua companhia, nem à bebê, o que tornará tudo mais leve e simples, e a curtição fluirá facilmente. Ah, e aproveite o bebê , lembrando que ele é a principal atração do passeio (não é à toa que metade das nossas fotos da viagem são fotos da Elisa).

Bem, o que tenho para contar é TANTA COISA, que vou priorizar as experiências "logísticas" que nós 3 adquirimos:

No avião , Elisa se divertiu no bercinho, mas só dormiu, mesmo, no colinho da mamãe. A opção do berço é legal para os pais poderem comer, descansar um pouco, mas nem vou comentar os "desencontros" com a TAM para reservar o tal bercinho, até porque já deu tudo certo, então deixa prá lá.

berco_aviao

Nos passeios de carro ela achou o máximo a cadeirinha de "bebê grande" – única opção oferecida pela locadora de veículos que contratamos, que não tinha o "bebê conforto". Eu estava bem receosa, mas depois também adorei porque a Elisa ficava de frente, eu podia ir no banco da frente porque alcançava a bebê para dar aquela assistência básica, e depois de calçarmos o fundo da cadeirinha com uma toalha + um travesseirinho, ficou alta e super confortável:

cadeirinha_carro

Nos aeroportos , ela experimentou as cadeirinhas dos carrinhos para malas:

carrinho_aeroporto

E também o carrinho da TAM, que não deu muito certo porque ela escorregava demais para a frente, mesmo deitada:

carrinho_tam

 Bons mesmo eram os passeios a pé (leia-se de carrinho)!

carrinho

É claro que, muitas vezes, era necessário improvisar , mas o paizão tirou de letra:

carrega_carrinho

E assim Elisa nem sequer comprometeu suas sonecas, bem aproveitadas tanto no carrinho:

soneca_carrinho1

Quanto na cadeirinha do carro: 

soneca_carro

Para proteger a bebê das diferentes condições do clima (vento sempre, sol  durante o dia, e frio à noite), e ainda dar um charme especial à princesa, aderimos ao chapéu :

de_chapeu

E ao gorrinho de lã (com cobertura nas orelhas) – detalhes importantíssimos:

de_gorrinho

Quanto à alimentação, mais tranqüilo impossível, afinal, mamar no peito é fácil, prático, o alimento está sempre perto e pronto, e se a bebê estiver confortável e bem instalada, qualquer lugar é apropriado. E ainda conseguimos conciliar os horários para ela comer frutinha todo dia com a gente no café da manhã do hotel.

Para as trocas de fraldas, Elisa experimentou desde os diveeeeersos trocadores dos aeroportos, restaurantes, parques e vinícolas (como este, da Miolo):

troca_miolo

 Até os mais improvisados, como este, no Parque do Caracol:

troca_no_parque

Sempre alegre, simpática e fofucha, a Elisa deu um brilho todo especial à nossa deliciosa viagem, e teve participação nota 11 na comemoração de 04 anos do nosso casamento , no dia 14 de janeiro, até porque, nesse dia, ela dormiu muito no restaurante e deixou a gente almoçar, e, (o mais importante) à noite dormiu fácil e cedo, êba!

Saímos de Gramado combinados de voltar no Natal de 2011, com a Elisa pronta para entender e maravilhar-se ainda mais com Papai Noel e toda a fantasia do Natal Luz. Até lá, temos muito a recordar, e as mais de 300 fotos ajudam a reviver a atmosfera de infância e magia que Gramado exala nesta época. 

Roupinhas de frio, roupinhas de calor, roupinhas nem frio nem calor. Muitas fraldinhas de pano, algumas descartáveis (para o primeiro dia), fraldinhas para piscina. Meias, gorrinho, sapatinhos, sandalhinhas, presilhinhas. Remedinhos, pomadinhas, algodão, cotonetes, sabonete, escovinha de cabelo. Mantinha fina, mantinha grossa, travesseiro, toalhas. Brinquedinhos favoritos, chupetas, chuquinhas para suco e água, pratinho e colher para frutinhas, babador de pano, babador descartável…

Meu Deus, ela é mesmo a menor das viajantes? Com a maior das bagagens? Sem contar o carrinho! (Já que daqui a 1 mês ela vai para a casa da vovó de segunda a sexta, pelo menos das 9 às 18:00h, tivemos que comprar outro carrinho, um X-Treme da Burigotto, que já vamos aproveitar para levar na viagem, já que ele é menorzinho que o outro).

O que será que estou esquecendo???

O que será que estou esquecendo???

Tentei pensar na seqüência de um dia inteiro da Elisa, para prever tudo o que ela vai precisar, mas é difíiiiicil!

Sairemos amanhã cedo para a viagem que vai durar 9 dias, a primeira de avião na vida da Elisa. Chega a ser divertido tentar prever como vai ser, como ela vai se comportar, o que vamos fazer. Mais divertido é saber que pode ser tudo diferente, e mesmo assim, vai ser o máximo.

As últimas noites da Elisa foram bem agitadas, e a maior expectativa é saber se, com a mudança de ares e ambiente, a “hora de dormir” vai melhorar ou piorar. Ultimamente está difícil dormir sem chorar um pouco antes (só à noite, claro), e várias vezes precisamos recorrer ao Funchocórea para “adoçar” a chupeta e acalmar a pequena. É esperar para ver, e fazer de tudo para a pequena sentir o menor incômodo possível com a novidade, e tentar fazer com ela também se divirta!

Se alguém tiver alguma super dica de viagem com bebê, ainda é tempo! Senão, até a volta!

Em poucas horas 2008 já será passado. E 2009, presente.

Já 2008 foi para mim um verdadeiro presente. Trouxe à minha vida novo sentido, e mais uma razão para ser feliz: a Elisa.

Quanto a 2009…?

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Vai começar assim, pequenino, nas nossas mãos, para ser todinho criado.

 

Da minha parte, os planos são muitos. Desejo viver cada segundo desse novo ano com intensidade, consciente de que nenhum momento jamais voltará.

Tal qual 2008, será um ano diferente de todos os outros já vividos. Enfrentarei, de fato, o desafio de conciliar vida profissional e vida familiar / pessoal.

A palavra do ano será, portanto, EQUILÍBRIO.

Assim pretendo deixar de fazer algumas coisas, para passar a fazer outras.

Investir na qualidade, e não na quantidade.

Ler menos coisas, e aproveitar melhor as coisas que leio.

Preocupar menos em acertar, e mais em observar.

Ter mais amigos, conhecer melhor os colegas de trabalho, lembrar dos aniversários importantes, rezar mais, aprender coisas novas, abraçar, olhar nos olhos, preferir ser natural do que agradar, nunca fazer por fazer.

Ter uma sintonia cada vez maior com minha filha, e com outras pessoas importantes na minha vida. Ter menos coisas, comprar menos e doar mais. Fazer mais pelo mundo, pelo meio ambiente, e pelas pessoas desamparadas. Abdicar de algumas coisas, e tudo bem.

Ter novos propósitos e sonhos a cada dia, realizando os importantes, e sabendo que outros ficarão para 2010, mas um dia serão realizados.

FELIZ 2009 A TODOS, E QUE VENHA O ANO NOVO!

Finalmente consigo estar de volta. Nos últimos dias, durante o (pouquíssimo) tempo livre, tenho me dedicado à leitura do já citado livro “A Encantadora de Bebês”, para ver se descubro outros segredos dessa fascinante - e não menos complicada - tarefa de ser mãe.

Vamos vivendo entre tentativas e descobertas. O mais novo passatempo da Elisa é virar de bruços. Enquanto acordada, ela faz isso a cada minuto, sem conseguir, no entanto, voltar para a posição anterior. Enquanto dormindo, a freqüência é menor, claro, mas ela já aprendeu, inclusive, a dormir nessa posição.

Achou a mamãe

Achou a mamãe

Estar de bruços é estar feliz, até que as forças se esgotem, aí então ela pede socorro. Um pequeno probleminha nesse lazer é que enquanto dorme ela também vira, e aí não consegue voltar, acorda. E assim o sono ficou mais perturbado.
Por falar em sono (como sempre o assunto só perde em audiência para “alimentação”), estou apanhando para fazer a Elisa dormir em lugares diferentes. Ela, agora, não é mais aquela bebezinha que dormia na casa de qualquer pessoa, em outras camas, no colo… Ficou exigente e difícil. Na noite de Natal, por exemplo, “investi” boa parte da festa tentando fazê-la dormir no quarto da casa da tia. A agitação dela era tanta, que competia forte com o sono, e só consegui acalmá-la depois da meia-noite, tendo que recorrer ao Funchicórea, que pelo seu doce faz a pequena fechar os olhinhos e dormiiiiiir. Não gosto de recorrer a este “recurso”, porque, entre outras razões, acho que eu e ela temos que aprender a fazê-la acalmar-se sozinha, mas a situação era atípica então cedi…
Agora, que venha o Reveillón…
Apesar do choro que veio depois, a noite valeu a pena.

Apesar do choro que veio depois, a noite valeu a pena.

E assim vamos nos divertindo com nossa garotinha, que cresce cada vez mais depressa. Espero conseguir acompanhar esse ritmo evoluindo na habilidade de educá-la como ela merece, amando-a nem demais nem de menos, e aprendendo a sermos mãe e filha e amigas.
Depois a Mamãe não entende porque ela faz tanta farra...

Depois a Mamãe não entende porque ela faz tanta farra...

“Um problema não é nada mais que uma questão que precisa ser abordada ou uma situação que exige uma solução criativa. Faça as perguntas certas e você encontrará as respostas certas” – do livro “A Encantadora de Bebês Resolve Todos os seus Problemas”, que eu estou lendo e recomendo. Mesmo que você não esteja enfrentando nenhum problema sério com seu bebê, vale a pena aprender um pouco mais sobre sono, alimentação e comportamento, do nascimento aos primeiros anos da infância do seu filho.

“O objetivo maior da massagem é ampliar os momentos de contato com seu filho, fortalecendo o vínculo entre vocês (…) A Shantala, antes de ser uma técnica, é uma arte. Uma arte de dar e receber amor”. – Guia de Boas-Vindas Natura Mamãe e Bebê.

Ela ainda está se adaptando a essa prática, mas eu ADORO fazer massagem na Elisa. Estou tentando torná-la mais freqüente, para que a bebê se acostume melhor, mas às vezes é difícil encontrar o melhor momento, pois a massagem não é recomendada quando o bebê está com fome, e também não é legal acordá-lo para fazer massagem (o que reduz drasticamente os momentos disponíveis).

É gostoso porque realmente aproxima mãe e filha(o), é um momento só nosso, de intimidade e carinho. Mesmo que não seja possível seguir detalhadamente a seqüência da Shantala*, vale a pena tocar o corpinho do bebê, olhá-lo nos olhos, conversar mansinho, sorrir… Além de ser altamente relaxante, a massagem favorece o desenvolvimento da criança.

Ela já está pronta para começar!

Ela já está pronta para começar!

Eu já deixo o banho dela preparado, para que terminando a massagem ela já possa ir para a banheira, complementando o momento de relaxamento e retirando o excesso do óleo de amêndoas (eu uso aquele comum da Johnson’s Baby).

Então coloco a Elisa sobre minhas pernas esticadas, em cima de uma toalha, porque ela sempre faz xixi na hora da massagem na barriga (que também pode ocasionar pum e derivados).

A seqüência dos movimentos eu acompanho no Guia de Boas-Vindas da Natura Mamãe e Bebê, que pode ser solicitado gratuitamente pela internet. Mas as instruções também constam no endereço http://www.mamaeebebe.com.br/site/massagem_shantala.php

Você já tentou com seu bebê? Não é uma delícia?

*Shantala é uma massagem milenar que mães indianas fazem em seus bebês, e o nome foi dado pelo Dr. Frederick Leboyer em homenagem à mulher que o encantou com a força e a beleza de um momento de amor e troca entre mãe e filho. O médico obstetra francês escreveu o livro Shantala, editado no Brasil pela editora Ground.

A xuquinha de suco de laranja que a Elisa (a)provou ontem e secou em menos de 2 minutos

A chuquinha de suco de laranja que a Elisa (a)provou ontem e secou em menos de 2 minutos

Foi muito legal vê-la sugar com tanto gosto o suquinho, mesmo na primeira vez! Acho que o fato de a chuquinha ter o bico parecido com a chupeta (que ela adora), foi fácil pegar. E também ela devia estar com sede, pois havíamos acabado de chegar do shopping e estava o maior calor.

Já hoje tentei oferecer água, quando ela demonstrou sede (chupava os lábios mas não era fome, porque tinha mamado bastantão fazia pouco mais de 1 hora). Porém, ela recusou, fez cara feia e teve ânsia. Segundo o médico, não tem como a pessoa não gostar de água; quando recusa é porque não está com sede. OK, tentaremos em outro momento.

Quanto à frutinha, ainda não houve oportunidade, quem sabe amanhã…?

Ontem fomos ao pediatra e o veredito dos 4 meses foi:

- 6,270 kg (ganho de 640 g)

- 64 cm (ganho de 3 cm)

- Continuar com 2 gotas diárias da vitamina Adtil

- Tomar a segunda dose da vacina Tetra (uuuiiii), da paralisia e da rotavírus

- Começar a inserir frutas e suco na alimentação da pequena. Um dia mamão papaya ou pêra, que soltam o intestino, no outro dia maçã ou banana maçã, que prendem. O suco de laranja lima, com opção de misturar com beterraba ou cenoura.

Pois bem, chegando em casa, fiquei grilada. Na consulta perguntei, e ele confirmou que não vai diminuir a amamentação, apenas acrescentar essa nova alimentação. Mas depois fiquei pensando, e concluí que é lógico que os novos alimentos vão ajudar a saciar a fome, e ela não vai querer mamar tanto, o que não acho uma boa idéia, porque é público e sabido que ATÉ OS 06 MESES DE VIDA O BEBÊ DEVE ALIMENTAR-SE EXCLUSIVAMENTE DO LEITE MATERNO.

Segundo o doctor, se esperar até os 6 meses, “vai dar correria”, porque aí rola um período de adaptação que vai ficar complicado, porque vou voltar a trabalhar. Nisso, ponto para ele.

Outra coisa: a Elisa dorme prá caramba, e muitas vezes quando acorda já é hora de mamar, ou seja, se eu der a fruta, vai prorrogar a mamada, e conseqüentemente, pode ficar uma mamada a menos no dia.

Sendo assim, decidi que vou tentar só dar a fruta e o suco nos dias em que ela estiver acordada no intervalo entre as mamadas, ou seja, se for hora de mamar, mama e pronto. Se já faz 1 hora e meia ou 2 horas que mamou, e está acordada, vamos de frutinha ou suquinho.

O que vocês acham???

Que vai ser ótimo ter essa nova experiência, isso vai!

Talvez ela demore uns 30 anos, ou até mais, prá reconhecer isso, mas minha filha nasceu numa família incrível.

Ontem foi o batizado da priminha Luana, que nasceu 26 dias depois da Elisa. Depois da cerimônia na igreja (tumultuada como sempre são os batizados com muitos bebês e convidados), teve o tradicional almoço na chácara do vô (agora bisavô). Como disse o anfitrião (meu irmão), foi uma festa da terceira geração dessa família.

O momento que ilustra bem esse dia é a foto das bebês com o bisavô sãopaulino, que ficou visivelmente emocionado. Na cabeça dele, durante aqueles segundos, deve ter passado um filme de pelo menos 30 anos. 

Quantas festas grandes e pequenas já foram feitas naquele chão. Sempre em família, de sangue ou de amizade. 

E como o futuro chegou rápido! 

bisas

Na maior paz, as duas garotinhas compartilharam docemente daquele momento.

Olha a Elisa cutucando a Luana com o pé, prá comentar bem discretamente que o bisa tava chorando

Olha a Elisa cutucando a Luana com o pé, prá comentar discretamente que o bisa tava chorando

Belo dia. Belas lembranças. Bela família.

Faz 3 noites que a Elisa começou a dormir com o pijaminha novo que a mamãe comprou (ficou uma fofura), e não é que de lá para cá dormiu das 11 às 8 horas?

pijama

Coincidência ou não, achei o máximo, é claro.
Como hoje as vestes mágicas amanheceram batizadas de cocô, essa noite o uniforme vai mudar, vamos ver o que vai virar…

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